“México é o grande adversário no Pan”, diz Sandra Smith, da CBH

Com a vaga conquistada para disputar os Jogos Pan-Americanos de Lima 2019, o Brasil começa o processo de seleção da equipe que defenderá o País. Garantir o pódio é importante, porque o Pan designa duas vagas por equipe (máximo de seis atletas) para os Jogos Olímpicos 2020 de Tóquio. Diretora da CBH, Sandra Smith, explicou, em entrevista em vídeo ao Adestramento Brasil, que o Brasil precisa ganhar medalha e destacou que, à parte dos Estados Unidos e Canadá, o México deve ser o principal rival do Brasil.

Os Estados Unidos é o único país das Américas que conquistou vaga para Tóquio por ter se classificado entre os seis primeiros nos Jogos Equestres Mundiais (WEG — Tryon 2018).  Nos Jogos de Tóquio, 57 conjuntos e 15 times poderão competir no adestramento, sendo que três atletas japoneses e a equipe do país que sedia a Olimpíada já estão qualificados. Leia matéria completa sobre a seleção para Tóquio 2020.

“Nós temos de pegar uma medalha em Lima para poder classificar para Tóquio. O México é o nosso grande adversário, como foi na última edição, sendo que os outros países têm o mesmo objetivo: todos querem a vaga por equipe”, afirmou Smith. As regras do processo seletivo da CBH estão em fase de aprovação e devem ser publicadas na próxima semana. De qualquer maneira, a CBH vai buscar conjuntos que estejam pontuando na casa dos 70% para aumentar as chances de medalha.

Em outubro, a CBH havia divulgado que o conjunto que obtivesse o melhor resultado brasileiro no CDI* de Buenos Aires teria vaga garantida no Time Brasil em Lima 2019. Para ocupar a vaga, o conjunto precisa preencher os demais requisitos da FEI. O Brasil pode levar até cinco conjuntos para o Peru.

As regras da FEI foram divulgadas em setembro e incluíram o processo de qualificação de conjuntos para os  Jogos Pan-Americanos de Lima 2019 e as notas mínimas que cada conjunto deve alcançar a fim de disputar a competição regional.

Para poder competir no Pan-Americano, os conjuntos de small tour precisam ter atingido, a partir de 1º de janeiro de 2018, duas notas finais (panel score) de, no mínimo, 62% em, pelo menos, duas competições diferentes, que podem ser CDIs ou jogos regionais, como os Jogos da América Central e Caribe (CAC Games) e o Odesur, cuja competição de adestramento mudou para CDI 1* de novembro em Buenos Aires. De acordo com Smith, os 62% ou mais devem ser da prova PSJ.

Já os conjuntos de big tour precisam ter atingido, a partir de 1º de janeiro de 2018, nota mínima (panel score) de 58% em prova de grande prêmio em CDI2* ou mais forte. Em ambos os casos, a FEI exige que o quadro de júri dos CDIs tenha dois juízes internacionais de nacionalidades diferentes do atleta.

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