“Foi um ano muito bom para mim e para o Dileto”, avalia Yara Fernandes

Yara do Amaral Fernandes e Dileto HI estrearam em competição internacional no CDI 1* de Buenos Aires, quando, medalha de ouro por equipe, garantiram vaga para o Brasil nos Jogos Pan-Americanos Lima 2019, que, por sua vez, definem as nações que competem nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. A amazona de 22 anos contou, em entrevista em vídeo, como foi a preparação e os próximos desafios que terá pela frente para disputar vaga na equipe que embarca para o Peru no ano que vem. 

“Foi um ano muito bom para mim e para o Dileto. Foi meio inesperado. Estreamos, no começo do ano na forte 2, foi a primeira forte 2 do Dileto”, disse. Agora, a intenção é focar no trabalho para aperfeiçoar as reprise e disputar uma vaga no Time Brasil que vai para o Pan.

Yara Fernandes, 22 anos, começou a montar aos seis anos praticando volteio na hípica Manège Alphaville. Na época, a professora Priscilla Boton a incentivou a iniciar pelo volteio, modalidade que fez por dois anos. Depois migrou para o salto na escola de equitação. “Eu nem sabia que existia adestramento”, lembra a amazona que chegou a fazer competir até 1 metro com cavalos da escolinha.

Sem cavalo próprio, passou a dividir uma égua com uma amiga. Enquanto a amiga, proprietária, saltava, Fernandes migrou para adestramento, fazendo aulas com Samira Uemura e depois com Elson Sabadine.

“Montava a Quimera, uma égua super assustada e irritadinha. Quando tinha 14 anos e já estava montando havia oito anos, meus pais resolveram comprar um cavalo. Compramos o Abapuru Imperial quando ele tinha seis anos e fui até a reprise Prêmio São Jorge com ele. Era um cavalo limitado, mas que me ensinou muito e cresci bastante. Ele também era superassustado no começo, daqueles que, se você fosse agradar, ele já tremia. Tive bastante trabalho, mas nós formamos juntos e cheguei até às mudanças a tempo e piruetas completas com ele; um foto”, conta.

Representar o País significa o início de uma carreira profissional como amazona. “O meu objetivo, ao terminar a faculdade de veterinária neste ano, é ser profissional do esporte, trabalhar cavalos. Isto  é o que amo e o que me dedicarei 100% a partir de agora. Estar na equipe brasileira ao lado de três dos melhores conjuntos que temos aqui no País é de extrema gratidão e aprendizado”, contou.

Depois de Abapuru veio o Dileto, comprado também com seis anos. Dileto era de Sabadine, que o formou até mudar para Fernandes.

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