Edneu José Senhorini estreia com Zinco em CDI 3* em Lisboa

O cavaleiro representante da Coudelaria Rocas do Vouga Edneu José Senhorini estreou com Zinco no concurso de adestramento internacional (CDI 3*) em Lisboa nesta sexta-feira (04/10). O conjunto está competindo em big tour. “Entrei nessa prova para sentir o cavalo em competições”, explicou.


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Na prova de grande prêmio, o brasileiro fez 60,826% de nota final, sendo 59,674% com o juiz alemão FEI 5* Evi Eisenhardt e 57,826% com o também FEI 5* Francis Verbeek, da Holanda. “Meu desempenho foi bom, tendo em conta que tive somente 20 dias de treino com o cavalo. Estamos nos adaptando ainda, para, daí sim, podermos fazer conjunto”, acrescentou Senhorini. O garanhão tordilho Zinco é de propriedade de Tania Haba Alcoba – veja os registros do animal na FEI.

O grande prêmio foi vencido pelo português Rodrigo Torres e o puro sangue lusitano Fogoso. O conjunto registrou 72,065% como nota final, sendo 70,761% com Eisenhardt e 72,065% com Verbeek, ambos FEI 5*. Neste sábado 5/10, os conjuntos retornam às pistas para disputar a prova de grande prêmio especial.

O CDI 3* que faz parte do Lisbon Internacional Dressage Show integra a lista de concursos apontados pela Federação Equestre Internacional (FEI) como válidos para obtenção dos requisito mínimo de elegibilidade (MER, na sigla em inglês para minimum eligibility requirements) para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Para obtenção do índice, cada conjunto precisa obter, em duas competições diferentes, porcentual de, no mínimo, 66% tanto na nota final como na nota atribuída por juiz FEI 5* na prova de grande prêmio nos concursos de adestramento internacionais de níveis CDI3*, CDI4*, CDI5*, CDI-W e/ou CDIO. Além disto, o juiz FEI 5* precisa ser de nacionalidade distinta do atleta.

Para que as nações garantam as vagas conquistadas para competir por equipe em Tóquio 2020, elas precisam enviar à FEI o certificado de capacidade até 31 de dezembro de 2019. O “NOC Certificate of Capability” exige que cada país ateste ter, no mínimo, três conjuntos que conseguiram, pelo menos, dois MERs.

O Brasil, até o momento, só tem Leandro Silva com DiCaprio e com apenas um índice. Como os MERs devem ser alcançados em CDIs 3*, os quatro CDIs 2* realizados no Brasil no primeiro semestre deste ano não podem ser usados para o “NOC Certificate of Capability”. A publicação pela CBH do documento, em abril de 2018, contendo a necessidade do “NOC Certificate of Capability” até dezembro deste ano aponta que a entidade tinha conhecimento da regra em tempo hábil de realizar CDIs 3* no Brasil.

Rumo aos Jogos Olímpicos de Tóquio — leia todas as matérias

 

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