FHBr abre temporada; calendário tem CAN e equitação especial

A temporada brasiliense de adestramento começou com 46 inscritos na 1ª etapa do Ranking Adestramento e Paraequestre da Federação Hípica de Brasília, realizada no início do mês na Sociedade Hípica de Brasília. Em entrevista ao Adestramento Brasil, Rafaela Gasparotto Orlandini Carvalhaes, diretora da FHBr, detalhou quais são os planos e expectativas para 2024. Uma novidade para este ano nas provas estaduais foi a inclusão da série equitação especial, dedicada a atletas autistas, deficientes intelectuais e Síndrome de Down.


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Adestramento Brasil — Conte um pouco como foi a primeira etapa do ranking da FHBr.
Rafaela Gasparotto Orlandini Carvalhaes —
A prova foi excelente, tanto com relação ao número de participantes, 46 inscritos, quanto ao desempenho dos conjuntos. A nova gestão da SHBR, sob a direção de Hurlein Huerb, não poupou esforços para proporcionar as melhores condições e estrutura para esta primeira etapa. Contamos com a participação de seis entidades: BCC, CET, SHbr, CHP, CITTAC e do 1º RCG, que trouxe vários atletas, incluindo, o novo comandante, Eduardo Schlup. Tivemos também uma distribuição equilibrada de atletas entre as séries e um número excelente de conjuntos na séries média 2 e forte 1.

Esperávamos, no entanto, mais de 60 conjuntos, pois um dos clubes que, no ano passado, se destacou com sua equipe — CHLS — passou por recente reformulação na gestão da escola de equitação, que agora passa a ser administrada pela escola do Cabral. Infelizmente, nesta transição, houve uma descontinuidade nas aulas de adestramento o que não possibilitou que 16 conjuntos habituais participassem da nossa abertura. Esperamos que até a próxima etapa tudo já esteja restabelecido e organizado.

Outra novidade foi a inclusão da série equitação especial, dedicada a atletas autistas, deficientes intelectuais e Síndrome de Down. Esta série segue as diretrizes da Equitação Virtus Americas, que fomenta a equitação de alto rendimento e inicia o seu trabalho no Brasil e em Brasília neste ano. É dividida em três níveis: iniciante, média e avançada.

Para 2024, quais são seus planos à frente da diretoria de adestramento?
Nossos planos são manter o fomento para as categorias de base, proporcionar as clínicas ao longo do ano e, assim, o aprimoramento dos nossos atletas. De 3 a 7 de abril, teremos a primeira clínica com Guto Faria, que fará 50 aulas neste período e cujas vagas praticamente já estão preenchidas. Vamos também fazer um belo CAN, que será simultâneo ao Campeonato do Exército e temos já confirmados 6 juízes nacionais

O calendário de Brasília tem Desafio Brasil e CAN. Qual é a importância de receber provas deste porte?
Para nós que estamos distantes dos centros onde estas provas nacionais geralmente acontecem é de suma importância a realização e o contato dos atletas com um julgamento a nível nacional. Pretendemos, em algumas de nossas etapas internas, termos sempre um juiz nacional para além de julgarem nossos atletas reciclarem e formarem nosso quadro regional.

Brasília tradicionalmente compete no Brasileiro. O plano é marcar presença em 2024?
Creio que sim; estaremos trabalhando para isto.

Vocês estão fazendo algo para fomentar o aumento do quadro de juízes?
Fizemos solicitação de cursos de juízes e comissários; estamos aguardando as definições e confirmação de datas para isto. Especialmente, para os atletas do paraequestre. Além disto contamos sempre com o apoio do 1º RCG na indicação de oficiais com curso de equitação para abrilhantar nosso quadro de juízes.

Foto: divulgação / cedida


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