Categoria: Paraequestre

Presidente do IPC, Andrew Parsons diz que não há como garantir os Jogos de Tóquio

Andrew Parsons, presidente do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, na sigla em inglês), afirmou, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, que alimenta um “otimismo não infundado” de que os Jogos de Tóquio possam ocorrer, mas, ao mesmo tempo, sabe que está à mercê de algo que foge do seu controle: a evolução dos níveis de contágio da doença.
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Joyce Heuitink: montar requer plano com objetivos claros

Independentemente do nível do conjunto, ter um plano de trabalho é fundamental para alcançar as metas, destacou Joyce Heuitink, amazona holandesa de grande prêmio, treinadora e atual técnica do time holandês de adestramento paraequestre. Em entrevista em vídeo ao Adestramento Brasil, Heuitink, que integrou a equipe nacional da Holanda dos 16 aos 21 anos, competindo em provas internacionais de jovens cavaleiros e júnior, e que também atua como juíza de adestramento, destacou a melhora no nível da competição no paraequestre, deu dicas para amadores e profissionais, falou sobre os lusitanos, sobre seu anos com Anky van Grunsven, entre outros tópicos. Leia mais

Associação de equoterapia recorre a vaquinha para seguir com atendimentos gratuitos

A Associação de Reabilitação Coração Valente (ARCV), que atende gratuitamente crianças e adolescentes sem condições financeiras, está realizando uma vaquinha virtual com objetivo de conseguir arrecadar recursos para superar o momento atual e conseguir manter os atendimentos. A instituição filantrópica foi afetada pela crise causada pela paralisação das atividades devido à necessidade de distanciamento físico por causa da pandemia de Covid-19.
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Rodolpho Riskalla vence as três provas do CPEDI 3* de Al Shaqab

Com sua nova montaria Don Frederic 3, Rodolpho Riskalla venceu as três provas do Concurso de Adestramento Paraequestre Internacional (CPEDI 3*) de Al Shaqab, realizado de 25 a 29 de fevereiro em Doha, no Catar. Ao Adestramento Brasil, Riskalla disse que o cavalo foi superbem, principalmente, em se tratando da segunda prova deles e considerando a viagem. “Ele foi extraordinário, mas ainda tem o que melhorar. E isto é muito bom.”
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Riskalla, sobre Tóquio 2020: “Acredito que temos reais chances de medalha”

Rodolpho Riskalla está classificado para representar o Brasil nos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020 por uma das duas vagas individuais às quais o País teve direito, após perder a cota por equipe para o Canadá. O brasileiro, que mora na França, contou ao Adestramento Brasil que acredita ter chances reais de medalha nos Jogos e falou de seus planos de longo prazo para disputar não apenas a para como também a olimpíada. É uma meta para Paris 2024. “Esse tipo de projeto leva muito tempo a ser preparado para ter resultados corretos. Não se pode achar que, no esporte de alto nível, em apenas alguns meses possamos nos tornar olímpicos ou paralímpicos”, pontuou.
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