Campeonato Mineiro reúne 41 conjuntos em Três Pontas

No 8° Campeonato Mineiro de Adestramento realizado, consecutivamente na Hípica Da Veiga, em Três Pontas, 41 conjuntos no clássico e um no paraequestre disputaram as provas no último fim de semana (31/10 e 1/11). A média 1 aberta, com seis concorrentes, foi a mais disputada. “Foi o concurso de maior número de inscrições até hoje. Eu atribuo este crescimento ao trabalho que viemos desenvolvendo ao longo de vários anos que estive à frente da diretoria da FHMG, buscando fomentar o esporte”, disse ao Adestramento Brasil Carlos Renato Veiga Brito, que deixou o posto de diretor da modalidade em Minas Gerais neste ano.

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China faz história ao ser ouro por equipes nos Jogos Asiáticos

A China conquistou a medalha de ouro por equipes no adestramento pela primeira vez na história dos Jogos Asiáticos, durante a edição de Aichi-Nagoya 2026, nesta sexta-feira (25/09). A competição ocorre no JRA Equestrian Park, em Tóquio (Japão). A equipe chinesa teve um desempenho consistente, garantindo o título com uma pontuação total de 208,148% — uma vantagem de quase três pontos percentuais sobre a Coreia do Sul. O Japão, país-sede, ficou com o bronze.

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Estamos Unidos proíbem freio-bridão antes da forte 1

A partir de 1º de dezembro, passa a ser proibido, nos Estados Unidos, o uso de rédeas duplas do tipo freio-bridão antes da série equivalente no Brasil à forte 1 (fourth level). Antes, era permitido montar em provas usando freio-bridão a partir do equivalente à média 2 (third level). A mudança levada a cabo pela Federação Equestre dos EUA (USEF) gerou discussões naquele país. Em nota publicada pela USEF, Mike Osinski, membro do Comitê de Adestramento da USEF, juiz credenciado pela USEF (categoria “S”) e pela FEI/L4, explicou que até o terceiro nível, ainda se está trabalhando os fundamentos; os cavalos estão apenas começando a entrar na fase de reunião e pela, primeira vez, se exigem apoios e mudanças de pé. “Exigir demais de um cavalo em desenvolvimento de uma só vez é sobrecarregá-lo, além de não ser funcional”, apontou.

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Duda Lima é bronze individual: “Aqui foi um trabalho crescente”

Quatro anos atrás, Eduardo Alves de Lima não pode entrar em pista e representar o País nos Jogos Sul-Americanos de Assunção, porque sua égua Florisbela VO foi para o holding box e optou-se por poupá-la. A frustração de outrora agora se transformou em glória: montando Ornello VO, Duda deixará Rosário com a medalha de bronze individual no peito, além da prata por equipe, que garantiu ao Brasil vaga para disputar os Jogos Pan-Americanos de Lima por equipes. “Eu achei que a reprise foi ótima. O cavalo estava muito bem, muito companheiro, querendo fazer tudo. Estava tudo no esquema dentro do que a gente treinou. Todos os dias meu cavalo estava cada vez melhor; aqui foi um trabalho crescente”, contou ao Adestramento Brasil.

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Odesur 26: Time Brasil avalia desempenho e se prepara para final individual

Os atletas brasileiros terminaram a fase de times dos Jogos Sul-Americanos de Santa Fé/Rosário com a medalha de prata no peito. Agora, se preparam para a final individual. Eles já viram que não será fácil. O Brasil, que nas últimas edições, era franco favorito, encontrou um Equador bem mais forte, com o medalha de ouro do último Pan-Americano, Julio Mendoza Loor, montando Deparon e vencendo todas as provas até o momento. Em Assunção, foi Paulo César dos Santos e, em Buenos Aires, João Paulo dos Santos, que se saíram invictos.

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