Tag: Lusitano

Cinco animais ainda estão à venda na Coleção de Potros Interagro

A Coleção de Potros Interagro 2021, venda especial em substituição ao tradicional leilão bienal de Potros Interagro, segue até a próxima quarta-feira (29/09) e restam apenas cinco animais. Com a impossibilidade de realizar leilão presencial, em virtude da pandemia da Covid-19, a Interagro fez uma ação de comercializar os potros em formato de venda direta, sem comissões e sem intermediários. No total, foram colocados à venda 20 potros de diversas pelagens, tais como alazã, baia, castanha, preta e tordilha.

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Interagro coloca à venda 20 potros da geração R

Neste ano, a tradicional venda de potros Interagro será diferente. Batizada de Coleção de Potros Interagro 2021, a comercialização será feita em formato de venda direta, sem comissões e sem intermediários. Estão à venda 20 potros de diversas pelagens, tais como alazã, baia, castanha, preta e tordilha.

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Raça lusa: a missão agora é por terra — análise de Raul Silva sobre lusitanos em Tóquio

Por Raul Maura Silva*

O mar, antiga via principal das conquistas portuguesas, deu lugar à terra, pelos caminhos do adestramento no seu palco principal: a Europa. Mesmo ocorrendo, desta vez, na Ásia, a democracia olímpica permite análises e projeções dos movimentos vivos da modalidade. Um dos atores permanentes dessa peça é a raça puro sangue lusitano (PSL).

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João Victor Oliva, após 70,419% com Escorial em Tóquio: “Cumprimos o objetivo”

Único representante do Brasil no adestramento nos Jogos Olímpicos de Tóquio, João Victor Oliva alcançou a nota mais alta do País, superando os 70%, ao competir com o lusitano Escorial Horse Campline na prova de grande prêmio. O conjunto foi o primeiro a entrar em pista neste sábado, 17 h no horário de Tóquio (5 h de Brasília). Ao Adestramento Brasil, Oliva disse que ficou muito feliz com o resultado e com a apresentação. O porcentual mais alto do Brasil em dressage era do próprio Oliva na Rio 2016, quando cravou 68,071% com Xamã dos Pinhais e ficou na 46ª colocação no geral. Oliva subiu 20 posições no ranking, terminando a participação no Japão na 26ª colocação. Por pouco, ele não bate o recorde brasileiro: o melhor resultado do País em adestramento ainda é de Sylvio Marcondes de Rezende que ficou em 25º lugar com Othelo nos Jogos de Munique, na Alemanha, em 1972.

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João Victor Oliva e Escorial rompem a barreira dos 70% do Brasil em Olimpíadas

Primeiros a competir no adestramento nos Jogos Olímpicos de Tóquio, João Victor Marcari Oliva e o puro sangue lusitano de 12 anos Escorial romperam a barreira dos 70% e obtiveram o porcentual mais alto do Brasil em dressage em olimpíada. O conjunto finalizou sua participação na prova de grande prêmio, válida como classificação para finais por equipes e individuais, com 70, 419%.

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