Autor: Roberta Prescott - Editora

Jornalista e apaixonada por cavalos! Começou a carreira jornalística em 1998 como repórter da extinta revista Notícias a Galope. Desde então, passou por diversas redações, tendo ocupado cargos de repórter, editora-assistente, editora, editora-executiva e correspondente para América Latina. Atualmente, é jornalista freelancer, escrevendo para diversos veículos nacionais e internacionais. Prêmios: 12º Prêmio Abecip de Jornalismo (2015) com a reportagem "O que restou do crédito", da revista Construção Mercado; 11º Prêmio Imprensa Embratel (2009) pela reportagem "Retrato de uma Década", junto com equipe da InformationWeek Brasil; 7º Prêmio Unisys de Jornalismo (2008) com a reportagem "Geração Y"; e 20º Prêmio Veículos de Comunicação (2006) pela InformationWeek Brasil. Formou-se em 2001 pela PUC-Campinas, tem pós-graduação na Universidad de Navarra (Espanha, em 2003). Em 2010, cursou o Master em Jornalismo – Gestão de Empresas de Comunicação pela Universidad de Navarra e IICS. Além disto, fez MBA em Educação Executiva pela Fundação Getúlio Vargas em 2008. LinkedIN: br.linkedin.com/in/robertaprescott/

Haras do Drosa foca em preparação eficiente para avançar cavalos de séries

Na ausência de provas, os treinamentos dos cavalos de esporte do Haras do Drosa seguem intensos e o criador Roberto Pedrosa enxerga, inclusive, a possibilidade de alguns animais avançarem de série quando as competições retornarem. “Hoje não existe a possibilidade de provas, mas existe a possibilidade de aperfeiçoar os animais para quando as provas forem iniciadas novamente”, disse em entrevista para a série especial que Adestramento Brasil está conduzindo com objetivo de entender como as restrições impostas pela pandemia e a suspensão das competições afetam haras e atletas. Leia mais

Devido à pandemia, Interagro adapta rotina e suspende ranking interno

A Interagro Lusitanos teve sua rotina adaptada para assegurar que seus funcionários cumprissem boas práticas de segurança para evitar a propagação e a contaminação de Covid-19. Em quarentena, o haras, localizado em Itapira, no interior de São Paulo, suspendeu o Ranking Interno de Adestramento da Fazenda Interagro (RIFI) já que a presença de juízes oficiais fica impossibilitada. Em entrevista à série especial que Adestramento Brasil está conduzindo com objetivo de entender como as restrições impostas pela pandemia e a suspensão das competições afetam haras e atletas, Rafaela Meibach Montora e Martina Irene Brandes, respectivamente, gerente e treinadora responsável na Interagro explicam as mudanças.
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Tóquio: MERs podem ser alcançados até 21 de junho de 2021, mas regras mudam

ATUALIZADA – Conjuntos para estarem aptos a disputarem os Jogos Olímpicos de Tóquio, adiados para meados de 2021, precisam obter os requisitos mínimos de elegibilidade (MER, na sigla em inglês para minimum eligibility requirements) até o dia 21 de junho de 2021, segundo publicou a Federação Equestre Internacional (FEI). Devido à postergação dos Jogos, os conjuntos que tiverem obtido MER (ou seja, os dois índices requisitados) no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2019 vão precisar alcançar um resultado adicional para confirmação do resultado entre 1º de janeiro de 2020 de 21 de junho de 2021.
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Toda tensão indevida nas rédeas estraga o contato, aponta Claudia Leschonski

“A embocadura é só uma maneira de a gente transmitir a nossa intenção ao cavalo, mas ele tem de estar previamente preparado para entender o que se pede e ter condições físicas e técnicas para executar”, explica Claudia Leschonski, médica veterinária e instrutora na Universidade do Cavalo (UC). Na primeira parte da entrevista, Leschonski frisou que ritmo e descontração são objetivos da doma e abordou os fundamentos de como, idealmente, deve ocorrer o treinamento do animal — leia aqui. Agora, a especialista analisa como deve ser o contato e fala sobre o que fazer e o que não fazer para obtê-lo. “Há um estrago muito maior feito nos cavalos por excesso de contato mal-entendido do que por falta de contato.”
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Roger Clementino, sobre quarentena: “ganhamos tempo para condicionar e ensinar novos exercícios aos cavalos”

“Ficar sem prova é muito ruim, porque é ela que nos faz manter focados e não nos deixa cair na zona de conforto. Pelo outro lado, quando estamos em competições, sempre necessitamos de tempo para melhorar os conjuntos e esse tempo veio da pior forma possível”, contou Rogério Clementino à série especial que Adestramento Brasil está conduzindo com objetivo de entender como as restrições impostas pela pandemia e a suspensão das competições afetam haras e atletas. Desde que montou seu centro de treinamento, em parceria com Jefferson Pereira, os ginetes têm se apresentado e provas e conquistado títulos. Agora, em quarentena, o foco também está em treinar cavalos para disputar vaga na equipe brasileira.
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