Autor: Roberta Prescott - Editora

Jornalista e apaixonada por cavalos! Começou a carreira jornalística em 1998 como repórter da extinta revista Notícias a Galope. Desde então, passou por diversas redações, tendo ocupado cargos de repórter, editora-assistente, editora, editora-executiva e correspondente para América Latina. Atualmente, é jornalista freelancer, escrevendo para diversos veículos nacionais e internacionais. Prêmios: 12º Prêmio Abecip de Jornalismo (2015) com a reportagem "O que restou do crédito", da revista Construção Mercado; 11º Prêmio Imprensa Embratel (2009) pela reportagem "Retrato de uma Década", junto com equipe da InformationWeek Brasil; 7º Prêmio Unisys de Jornalismo (2008) com a reportagem "Geração Y"; e 20º Prêmio Veículos de Comunicação (2006) pela InformationWeek Brasil. Formou-se em 2001 pela PUC-Campinas, tem pós-graduação na Universidad de Navarra (Espanha, em 2003). Em 2010, cursou o Master em Jornalismo – Gestão de Empresas de Comunicação pela Universidad de Navarra e IICS. Além disto, fez MBA em Educação Executiva pela Fundação Getúlio Vargas em 2008. LinkedIN: br.linkedin.com/in/robertaprescott/

China faz história ao ser ouro por equipes nos Jogos Asiáticos

A China conquistou a medalha de ouro por equipes no adestramento pela primeira vez na história dos Jogos Asiáticos, durante a edição de Aichi-Nagoya 2026, nesta sexta-feira (25/09). A competição ocorre no JRA Equestrian Park, em Tóquio (Japão). A equipe chinesa teve um desempenho consistente, garantindo o título com uma pontuação total de 208,148% — uma vantagem de quase três pontos percentuais sobre a Coreia do Sul. O Japão, país-sede, ficou com o bronze.

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Estamos Unidos proíbem freio-bridão antes da forte 1

A partir de 1º de dezembro, passa a ser proibido, nos Estados Unidos, o uso de rédeas duplas do tipo freio-bridão antes da série equivalente no Brasil à forte 1 (fourth level). Antes, era permitido montar em provas usando freio-bridão a partir do equivalente à média 2 (third level). A mudança levada a cabo pela Federação Equestre dos EUA (USEF) gerou discussões naquele país. Em nota publicada pela USEF, Mike Osinski, membro do Comitê de Adestramento da USEF, juiz credenciado pela USEF (categoria “S”) e pela FEI/L4, explicou que até o terceiro nível, ainda se está trabalhando os fundamentos; os cavalos estão apenas começando a entrar na fase de reunião e pela, primeira vez, se exigem apoios e mudanças de pé. “Exigir demais de um cavalo em desenvolvimento de uma só vez é sobrecarregá-lo, além de não ser funcional”, apontou.

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Duda Lima é bronze individual: “Aqui foi um trabalho crescente”

Quatro anos atrás, Eduardo Alves de Lima não pode entrar em pista e representar o País nos Jogos Sul-Americanos de Assunção, porque sua égua Florisbela VO foi para o holding box e optou-se por poupá-la. A frustração de outrora agora se transformou em glória: montando Ornello VO, Duda deixará Rosário com a medalha de bronze individual no peito, além da prata por equipe, que garantiu ao Brasil vaga para disputar os Jogos Pan-Americanos de Lima por equipes. “Eu achei que a reprise foi ótima. O cavalo estava muito bem, muito companheiro, querendo fazer tudo. Estava tudo no esquema dentro do que a gente treinou. Todos os dias meu cavalo estava cada vez melhor; aqui foi um trabalho crescente”, contou ao Adestramento Brasil.

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Odesur 26: Time Brasil avalia desempenho e se prepara para final individual

Os atletas brasileiros terminaram a fase de times dos Jogos Sul-Americanos de Santa Fé/Rosário com a medalha de prata no peito. Agora, se preparam para a final individual. Eles já viram que não será fácil. O Brasil, que nas últimas edições, era franco favorito, encontrou um Equador bem mais forte, com o medalha de ouro do último Pan-Americano, Julio Mendoza Loor, montando Deparon e vencendo todas as provas até o momento. Em Assunção, foi Paulo César dos Santos e, em Buenos Aires, João Paulo dos Santos, que se saíram invictos.

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Odesur 26: Brasil é prata no Sul-Americano, atrás do Equador, e garante vaga para Pan 2027

O Brasil conquistou a vaga para competir por equipes nos Jogos Pan-Americanos de Lima no ano que vem, ao obter medalha de prata no Sul-Americano de Santa Fé/Rosário. O processo de qualificação preconiza que os dois países mais bem-classificados no Odesur são elegíveis a competir por equipes no Pan. O País somou 408.263, ficando atrás do Equador, que levou o ouro com 415.647. Argentina, bronze, está, portanto, fora. Uruguai havia sido desclassificado na competição por equipes na prova São Jorge.

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