A Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) divulgou documento atualizado estabelecendo as regras, os critérios de formação e de manutenção de status e as diretrizes de promoção. As diretrizes, elaboradas em conjunto do comitê de coordenadores de oficiais técnicos de cada disciplina e aprovadas pela diretoria das modalidades, corpo executivo da CBH e diretoria técnica, tem como objetivo prover uma orientação direcionada para a organização dos cursos de formação, critérios de atualização, formação e promoção dos oficiais técnicos da CBH.
A carreira dos juízes nacionais é dividida em três níveis (2, 3 e 4*), além de juízes de cavalos novos e o chamado juiz tutor. Para ingressar na carreira nacional, é necessário que o juiz candidato comprove, pelo menos, dois anos de experiência em julgamentos, ter competido como cavaleiro em eventos nacionais (há exceções), ter participado de dois cursos de formação nos dois anos anteriores (um com exame) com média igual ou superior a 7,0 nas avaliações teórica e prática, e ter realizado as práticas de juiz sombra (shadow judging — SJ) e sit-in (SI) com no mínimo seis cavalos.
O juiz tutor tem como responsabilidade ministrar os cursos de juízes de adestramento. O profissional deve ser nomeado pela comissão técnica de adestramento da BH e podem ser tanto juízes nacionais quanto internacionais.
Os comissários, que atuam para garantir o bem-estar do cavalo e a igualdade de condições nas competições, também estão divididos em níveis: 1, 2, 3* e comissário tutor.
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Próximos cursos – Durante a semana do Campeonato Brasileiro serão realizados curso de formação e atualização juízes com Mercedes Campdera, dias 6 e 7 de julho, e curso de formação e atualização de comissários de adestramento com Sonia Hansen, realizado na quarta (8/7) e na quinta (9/7).



