Category: Entrevista

Adriana Busato: ICSI facilita comprovação e valorização de éguas como reprodutoras

ICSI, um novo tratamento de fertilização in vitro, está facilitando a comprovação das éguas. Isto porque aumenta a quantidade de vezes que uma égua pode ser usada, contribuindo para a formação de estatísticas. “As éguas produziam menos e era mais difícil provar que era um animal superior. Hoje, não, porque você tem transferência de embrião, tem ICSI. As éguas têm o DNA mitocondrial que só vem na linha materna e isto é algo passado só de mãe para filho. Geralmente, as éguas entram com 55% e os garanhão com 45%. Então, as éguas são mais importantes, só que era complicado você comprovar uma égua”, explicou Adriana Busato, médica veterinária e criadora de cavalos desportivos, durante entrevista ao vivo transmitida pelo canal do YouTube de Adestramento Brasil. Leia mais

Natacha Waddell: “Os cantos podem ser seus melhores amigos ou piores inimigos”

Os cantos são um dos espaços mais importantes da pista de adestramento, mas muitos conjuntos não sabem usá-los. “Os cantos podem ser seus melhores amigos ou piores inimigos. E são nestes detalhes que você ganha meio ponto, um ponto ou 1,5 ponto e, no final, a diferença é enorme”, destacou a juíza internacional FEI 4* Natacha Waddell, em entrevista transmitida ao vivo no YouTube de Adestramento Brasil.
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Reunião não pode sacrificar os elementos anteriores, frisa Claudia Leschonski

Última etapa na escala de treinamento, a reunião não pode sacrificar os elementos anteriores, principalmente, a descontração e o ritmo; e alcançar a reunião não significa apenas pensá-la em seus graus máximos, como em piaffe ou passage, explica Claudia Leschonski, médica veterinária e instrutora na Universidade do Cavalo (UC), em entrevista para a série que Adestramento Brasil publica destrinchando os aspectos da escala de treinamento (leia o especial completo). “Se a descontração e o ritmo se perderem, a reunião não vale a pena ser mantida”, ressalta. Leia a seguir a entrevista.
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Joyce Heuitink: montar requer plano com objetivos claros

Independentemente do nível do conjunto, ter um plano de trabalho é fundamental para alcançar as metas, destacou Joyce Heuitink, amazona holandesa de grande prêmio, treinadora e atual técnica do time holandês de adestramento paraequestre. Em entrevista em vídeo ao Adestramento Brasil, Heuitink, que integrou a equipe nacional da Holanda dos 16 aos 21 anos, competindo em provas internacionais de jovens cavaleiros e júnior, e que também atua como juíza de adestramento, destacou a melhora no nível da competição no paraequestre, deu dicas para amadores e profissionais, falou sobre os lusitanos, sobre seu anos com Anky van Grunsven, entre outros tópicos. Leia mais

João Torrão: “O cavaleiro que sou hoje devo a Coralie Baldrey”

O cavaleiro português João Miguel Torrão começou a montar com oito ou nove anos, com aulas de volteio; teve um cavalo em casa e, aprendendo por meio de vídeos e revistas, na tentativa e erro, foi ensinando seu cavalo. Fez curso de equinocultura após terminar o Ensino Médio e lá teve a certeza do que queria fazer na vida. Enquanto estudava fez períodos de estágios no Monte Velho, onde segue trabalhando até agora e onde conheceu o lusitano Equador MVL quando ainda era potro.
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