Foco da Alegria dos Pinhais é deixar os cavalos prontos para as provas

Acertar alguns detalhes e manter os cavalos em treinamento têm sido a filosofia da Coudelaria Alegria dos Pinhais durante o período de quarentena. Em entrevista para a série que Adestramento Brasil está conduzindo com objetivo de entender como as restrições impostas pela pandemia e a suspensão das competições afetam haras, amazonas e cavaleiros, Carlos Vicente Pereira Cardoso, ginete na coudelaria, explicou que o foco é deixar os cavalos prontos para quando as provas retomarem.
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CAC mantém ritmo de trabalho com objetivo de conquistar Troféu Eficiência

Com 12 anos de existência, a Coudelaria Amor e Cura não se viu tão afetada pelo período de quarentena e mantém o trabalho dos dez cavalos de esporte que possui atualmente, segundo contou o proprietário e criador de puro sangue lusitanos, Rodrigo Betarelli, para a série de entrevistas que Adestramento Brasil está conduzindo para entender como as restrições impostas pela pandemia e a suspensão das competições afetam haras, amazonas e cavaleiros.
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Focar em exercícios diferentes é uma das estratégias de Sarah Waddell na quarentena

O momento da quarentena está sendo produto para a cavaleira profissional Sarah Waddell. O treinamento dos cavalos — ela monta entre dez a 12 por dia — segue em dia e ela tem aproveitado o período sem provas para subir alguns de nível. “Claro, gostaríamos de ter provas, isso está fazendo muita falta. Mas, em vez de desanimar, eu estou focando em manter eles na melhor da forma, tentando exercícios e coisas diferentes que, normalmente, eu não teria tempo e nem coragem de tentar entre duas competições”, contou para a série especial que Adestramento Brasil está fazendo para entender como as restrições impostas pela pandemia e a suspensão das competições afetam haras, amazonas e cavaleiros. Waddell segue montando, segundo ela, com atenção redobrada aos cuidados: máscara, luvas e muito álcool gel.
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Adiós, México: Bernadette Pujals passa a representar Espanha

A amazona Bernadette Pujals, que representou o México nos Jogos Olímpicos do Rio e de Pequim e também em diversos Jogos Pan-Americanos, passará a competir pela Espanha, país onde nasceu. A amazona fez carreira com o hanoveriano Vicent com quem ficou em nono lugar no individual na olimpíada da China. No Pan de Santo Domingo, em 2003, Pujals foi medalha de prata no individual e bronze por equipe e, em Winnipeg, em 1999, levou para casa duas medalhas de bronze: por equipe e no individual. Ela acumula uma série de medalhas nos Jogos Centro-Americanos e do Caribe.
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Adriano Soares, do Monsanto: “Seguimos como se as competições estivessem ocorrendo”

Com 18 animais, sendo nove trabalhando, o Haras Monsanto está seguindo a rotina de treinos durante o período da quarentena por causa do surto da Covid-19. “Seguimos com o mesmo empenho e a mesma dedicação como se as competições estivessem ocorrendo. Mas estamos aproveitando essa quarentena também para ensinar mais os cavalos sem a pressão de provas”, contou o proprietário Adriano Soares, na primeira de uma série de entrevistas que Adestramento Brasil publica para entender como as restrições impostas pela pandemia e pela suspensão das competições afetam diferentes coudelarias, amazonas e cavaleiros.
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