Manuel Tavares de Almeida completa MER e Nuno Chaves alcança 69,022% com Lizarran

Com 66,152% de nota final no grande prêmio, sendo e 67,717% com o dinamarques Leif Tornblad e 67,609% com o português Carlos Lopes, ambos juízes internacionais FEI L4, Manuel Tavares de Almeida Neto e Hermes agora estão habilitados para competir no Campeonato Mundial de Adestramento em Aachen. O segundo MER para compor o certificado de capacidade foi alcançado no CDI 3* da Companhia das Lezírias entre 15 e 17 de maio, quando Nuno Chaves de Almeida mostrou avanço com Lizarran ao obter 69,022% no GP.



Para Aachen 26, os requisitos mínimos de elegibilidade (MER) exigem que o conjunto obtenha em, pelo menos dois CDI 3* ou superior, nota de 66% atribuído pelo júri de campo (nota final) e também por dois juízes internacionais distintos, de nível 4 (FEI L4/5*) e de nacionalidades diferentes do cavaleiro em provas de grande prêmio. Os dois eventos devem ser entre 1º de janeiro de 2025 até a data das inscrições nominais em 6 de julho.

Manuel Almeida registrou o primeiro dos dois necessários índices para compor os requisitos mínimos de elegibilidade (MER) no CDI 3* de Golegã (17 a 19 de abril) quando fez 67,304% de nota final e acima de 66% com todos os juízes do júri de campo na prova de grande prêmio. Depois, em Alter do Chão, o conjunto da Coudelaria Rocas do Vouga não chegou à nota necessária, tirando 63,652% no GP (11ª posição) e 64,787% no GPS (9º lugar).

Desta vez, a dupla terminou em quarto lugar tanto no GP (competindo com 11 concorrentes) quanto no GP especial, quando registrou 66,064% na prova que reuniu seis conjuntos. Com isso, a dupla se soma aos quatro conjuntos já aptos para competir no Mundial: João Victor Marcari Oliva com Feel Good VO; Nuno Chaves de Almeida com Lizarran e com Noga; e Murilo Augusto com Jorge VO.

Com cinco conjuntos — mas quatro cavaleiros —, caberá à comissão técnica escolher quais deles efetivamente irão competir na Alemanha. Dentro do processo observatório, a CBH observa apenas resultados obtidos em competições internacionais de níveis três estrelas ou mais (CDIs 3* ou superior) e desde que o conjunto participe de todas as provas do CDI em questão, além de obter os requisitos mínimos de elegibilidade (MER, na sigla em inglês).

Serão selecionados os conjuntos que obtiverem os maiores porcentuais — resultados isolados por CDI — no período 1º de janeiro de 2025 até a data anterior às inscrições nominativas em 2026. Ou seja, é obrigatório participar de todas as provas do evento CDI 3* ou superior, mas a nota final do GP que valerá.

Nuno Chaves avança com Lizarran

Se em Alter do Chão, competindo em CDI 4*, Nuno Chaves quase alcançou o marco de 66% no GP com Lizarran, neste fim de semana a dupla obteve a mais alta pontuação desde que as seletivas para Aachen 26 começaram: 69,022%, sendo 68,261% com Leif Tornblad e 68,913% com Carlos Lopes, terminando o GP em segundo lugar.

O desempenho do GP, contudo, caiu no GPS, quando o conjunto obteve apenas 61,893% para a sexta colocação. A nota destoou de CDIs anteriores, quando os porcentuais finais de grande prêmio e GP especial estiveram no mesmo patamar.

Com Noga, Nuno Chaves bateu na trave, pontuando 65,739% para a quinta colocação, depois de competir com o lusitano em Alter do Chão para mais índice: 67,804% de nota final.

Renderson Oliveira também competiu, mas ficou distante do MER com Jota Campline. O conjunto, que ainda está em suas primeiras aparições em CDIs, teve nota final de 61,304%.

Pela contabilidade informal deste noticiário, cabe a João Victor Marcaria Oliva com Feel Good VO a melhor nota: 70,522% no CDI 4* de Bordeaux, na França, em fevereiro. A dupla da Coudelaria Ilha Verde também assegura a segunda melhor nota (69,478* no CDI 3* Le Mans em outubro de 2025).

Na sequência vem Nuno Chaves de Almeida com Lizarran que ficou em segundo no CDI 3* Companhia das Lezírias com 69,022%. O mesmo cavaleiro aparece em quarto mas com Noga ( 68,217% no CDI 3* de Abrantes em abril).

Para Aachen 26, os requisitos mínimos de elegibilidade (MER) exigem que o conjunto obtenha em, pelo menos dois CDI 3* ou superior, nota de 66% atribuído pelo júri de campo (nota final) e também por dois juízes internacionais distintos, de nível 4 (FEI L4/5*) e de nacionalidades diferentes do cavaleiro em provas de grande prêmio. Os dois eventos devem ser entre 1º de janeiro de 2025 até a data das inscrições nominais em 6 de julho.

Montagem com fotos de Photohorse (Manu/Hermes) e Carlos Hernâni (Nuno/Lizarran).

Deixe um comentário

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.