Constantino Scampini, da CBH, quer muitas medalhas e diz que temos atletas para conquistá-las

Constantino Scampini, presidente da Confederação Brasileira de Hipismo, sonha com muitas medalhas para o hipismo. “O nosso projeto é bastante bastante ousado. Nós queremos medalhar na Olimpíada, no Mundial e no Pan-Americano, que são as três principais competições. Temos atletas para isso, estamos encontrando cavalos e acredito que a gente vai ter sucesso”, disse, em entrevista em vídeo ao Adestramento Brasil, durante o Campeonato Brasileiro, competição à qual Scampini marcou presença todos os dias. No bate-papo, ele falou sobre os objetivos para Casa CBH e as conversas que teve com criadores para que tenhamos cavalos de grande prêmio.



Scampini ressaltou a importância do adestramento como base e contou que ele mesmo pediu à sua filha que praticasse a modalidade quando começou no hipismo. “Uma das condições foi que fizesse adestramento antes do salto, porque aprende a controlar, a mexer com todos os botõezinhos do cavalo, para depois ela optar por salto ou por adestramento, o que ela quisesse, mas antes, eu acho que o adestramento é fundamental”, disse.

Casa CBH — Falando sobre a Casa CBH, estabelecida no Helvetia Riding Center, em Indaiatuba, que a CBH arrendou por seis anos, podendo ser renováveis, ele explicou que a ideia é ter ali um centro de capacitação e educação, principalmente, voltado para o adestramento e paraequestre. “Estamos estabelecendo currículo, programas e fazendo acordo com MEC para capacitar as pessoas.”

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LA 28 — Questionando sobre os planos para o adestramento conseguir a vaga por equipe para Los Angeles 28 e, efetivamente, conseguir honrá-la e levar um time, o presidente disse que falou com todos os criadores de cavalo. “Não adianta nós fazermos todo esforço e os proprietários, os criadores não investirem em cavalo, porque temos atletas de primeira grandeza, mas eles precisam de cavalo”, afirmou, acrescentando que os criadores têm correspondido e prometido grandes aquisições de cavalos para esse ciclo olímpico.

“Neste ciclo olímpico, o nosso grande sonho é trazer medalha para o Brasil. Então, a gente tem feito todo o esforço possível e impossível. O COB tem nos ajudado bastante, tem nos apoiado para que a gente possa oferecer um plano para aumentar a base e melhorar a performance dos atuais”, frisou.


Ivana Feres | Monica Lumack

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