CHSA estende estabulagem de conjuntos da Copa para CAN e CDI

Competidores da Copa CHSA Orlando Facada poderão deixar seus animais na hípica para competir nos concursos internacional e nacional que ocorrem na semana seguinte à prova do ranking do Clube Hípico de Santo Amaro. A informação foi compartilhada ao Adestramento Brasil pela diretora de adestramento da CHSA, Joana Sliwik. Haverá cobrança de duas estabulagens, a da Copa e a das provas chanceladas pela Confederação Brasileira de Hipismo.


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“Quem participar da Copa pode ficar direto na hípica até CAN e CDI. Vai ter que pagar duas estabulagens, mas pode ficar direto. Quem não vier pra Copa, pode entrar no clube a partir de terça-feira, como que tá nos programas do CAN e do CDI”, explicou.

A primeira etapa da Copa CHSA Orlando Facada de 2026 será em 21 de março, sábado, com julgamento de Claudia Moreira de Mesquita, Lindinha Macedo e Sandra Smith.

As inscrições definitivas (R$ 250 para sócios e R$ 280 para não sócios) encerram-se na quinta-feira 19 de março de 2026 às 18 horas. Para Copa, a estabulagem (R$ 638,00 e R$ 572 para o quarto de sela) compreende o período de 19 a 21 de março.

Já CDI e CAN ocorrem de 26 a 28 de março no CHSA, com abertura das baias na terça, 24/3.

O júri de campo é composto por Claudia Moreira de Mesquita (FEI L3 pelo Brasil), Christof Umbach (FEI L4 por Luxemburgo); Magnus Ringmark (FEI L4 pela Suécia); Cesar Lopardo Grana (FEI L3 pela Argentina); Sandra Andrea Smith de Oliveira Martins (FEI L3 pela Argentina); Natacha Waddell (FEI L3 pelo Brasil) e Marcio Navarro de Camargo (FEI L2 pelo Brasil). Lindinha Macedo se soma ao júri do nacional.

Validas como temporada oficial da FPH
As provas do CAN e o CDI serão válidas como etapas da temporada oficial da Federação Paulista de Hipismo, segundo calendário divulgado recentemente – aqui. No entanto, há dúvidas sobre como isso vai funcionar, uma vez que demandas e exigências para competições estaduais e nacionais são diferentes.

Este noticiário questionou, em 28 de fevereiro, Lindinha Macedo, diretora de adestramento da FPH, com relação a isso, mas ainda não obteve retorno. É preciso ter clareza sobre questões tais como a obrigatoriedade (ou não) do selo (não exigido para provas da FPH) e do vet check. E também se conjuntos da forte 2 e especial terão de fazer CDI ou haverá prova estadual para os profissionais que não quiserem entrar no internacional.

>>> Confira programas, ordens de entrada e resultados


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