COB nomeia Rogério Sampaio como chefe da missão brasileira em Santiago 2023

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) anunciou Rogério Sampaio, campeão olímpico de judô em Barcelona 1992 e diretor-geral da entidade, como chefe de missão do brasil nos Jogos Pan-americanos Santiago 2023, que serão disputados de 20 de outubro a 05 de novembro, em 26 áreas de competição espalhadas por quatro regiões do país: metropolitana, Valparaíso, O’Higgins e Biobío.


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Sampaio vai liderar uma delegação com mais de 600 atletas e um total de cerca de mil pessoas representando o Brasil. O País tem como objetivos garantir o maior número de vagas nos próximos Jogos Olímpicos e repetir o desempenho histórico de Lima 2019.

Nos últimos Jogos Pan-americanos, o Brasil quebrou os recordes de medalhas de ouro (54) e do total de pódios (169), repetindo o desempenho da edição São Paulo 1963, quando terminou o evento no segundo lugar do quadro geral de medalhas, atrás somente dos Estados Unidos.

A expectativa dos organizadores é que a competição, a maior da história do Chile, reúna 7 mil atletas de 41 países, disputando 39 modalidades. O megaevento continental terá 33 das 60 disciplinas como classificatórias para os Jogos Olímpicos Paris 2024, sendo 21 de maneira direta e outras 12 que distribuirão pontos para rankings olímpicos ou valerão marcas necessárias à classificação.

Em nota à imprensa, Rogério Sampaio disse ter ficado extremamente honrado com o convite feito pelo presidente do COB, Paulo Wanderley, e que agora vai trabalhar com afinco para que nenhum detalhe passe despercebido na preparação dos atletas.

Sampaio ressaltou que o Pan de Santiago é uma etapa importante no ajuste final para os Jogos Olímpicos Paris 2024, que serão realizados menos de dez meses depois do término do Pan.

Rogério começou a vida esportiva aos quatro anos, quando começou a praticar judô em Santos, sua cidade natal. Já com títulos sul-americanos e pan-americanos no currículo, ficou muito perto de se classificar para os Jogos Olímpicos Seul 1988, mas não levou a vaga. Na seletiva seguinte, quatro anos mais tarde, deu a volta por cima e garantiu seu lugar na equipe brasileira. Em Barcelona 1992, venceu cinco adversários, entre os quais o então campeão mundial, o alemão Udo Quellmalz, e se sagrou campeão olímpico. Na temporada seguinte, subiu de categoria de peso e conquistou o bronze no Campeonato Mundial de Hamilton, no Canadá.

Depois da aposentadoria como atleta, além de treinador e comentarista, seguiu na gestão esportiva. Foi diretor-presidente da Fundação Pró-Esportes de Santos (Fupes), coordenador de gestão de esporte de alto rendimento da prefeitura de São Paulo, secretário nacional da Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD) e secretário nacional de esporte de alto rendimento (SNEAR) do Ministério do Esporte. Desde 2018 é diretor-geral do COB, tendo atuado diretamente na preparação da delegação para os desempenhos históricos nos Jogos Pan-americanos Lima 2019 e nos Jogos Olímpicos Tóquio 2020.

Crédito da foto: divulgação — William Lucas/COB

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