A Agência Mundial Antidopagem (Wada, na sigla em inglês para World Anti-Doping Agency) publicou a lista de substâncias proibidas no esporte que passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2025, além do programa de monitoramento. Atletas, federações internacionais e confederações ligadas à entidade passarão a adotar as novas regras mediante o documento, que contém as diretrizes preventivas a fim de garantir o esporte limpo e justo.
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A Lista é um dos oito padrões internacionais que são obrigatórios para todos os signatários do Código Mundial Antidoping e designa quais substâncias e métodos são proibidos dentro e fora da competição e quais substâncias são proibidas em esportes específicos.
Em 2023, a entidade já havia aprovado a inclusão do tramadol, opioide utilizado como analgésico, na lista de substâncias proibidas no esporte a partir de 1º de janeiro deste ano. Agora, as modificações incluem substâncias não aprovadas, moduladores hormonais e metabólicos, diuréticos (como xipamide) e agentes mascarantes e estimulantes. Os intervalos de dosagem de formoterol foram alterados, embora a dose máxima diária administrada permaneça a mesma.
Em nota, o diretor-geral da Wada, Olivier Niggli, disse que a entidade encoraja os atletas, sua comitiva e todas as partes interessadas a se familiarizarem com o resumo de modificações principais para evitar o uso inadvertido de substâncias e métodos que são proibidos no esporte para 2025.
Além disso, a Wada tem um Programa de Monitoramento de 2025, que inclui substâncias que não estão na Lista, mas que a Wada deseja monitorar para detectar padrões potenciais de uso indevido no esporte. Entre elas, está a semaglutina, medicamento que pode ser usado para tratar o diabetes tipo 2 e a obesidade e é o princípio ativo do Ozempic.
>>> Confira a lista (em inglês) das substâncias proibidas aqui. A versão em português ainda não saiu.


