Fefo Sperb, sobre nova marca da CBH: “Colocamos o cavalo no centro”

Uma nova era para o hipismo brasileiro: foi assim que o presidente da Confederação Brasileira de Hipismo, Fernando Augusto Sperb, definiu a mudança da logomarca da entidade. Segundo ele, a troca se fazia necessária, porque a “antiga já não representava mais o esporte equestre e muito menos a realidade atual do hipismo”. Saiu o chicote e entrou o cavalo: Adestramento Brasil fez uma breve entrevista com o Fefo para entender o que os objetivos da entidade.

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Adestramento Brasil — O que levou a mudar sua logomarca?
Fernando Augusto Sperb —
A mudança já era necessária há muitos anos. A marca antiga já não representava mais o esporte equestre e muito menos a realidade atual do hipismo.

Como se deu esta alteração? Quais pessoas foram envolvidas no processo; teve agências, quem decidiu (apenas presidente ou um colegiado)?
A decisão se deu em colegiado; o Conselho de Administração deliberou e aprovou a mudança. A Atto Marketing, agência que lidera o marketing, comunicação e produção de eventos na CBH, na pessoa do André Beck, ofereceu duas opções de designers para fazer esse trabalho e a CBH escolheu o Fernando De Grossi, após uma minuciosa avaliação, para que a sua agência liderasse esse trabalho.

Várias reuniões foram feitas entre as equipes de marketing e a contratada, visando a estabelecer o conceito a ser observado na concepção da nova marca. Quando chegamos a um primeiro desenho, a marca foi apresentada para a diretoria da CBH. Após mais uma rodada de ajustes, ela voltou para aprovação da diretoria e depois foi submetida à aprovação do Conselho de Administração da CBH e foi aprovada em ambos os casos.

O que a CBH quer mostrar com a nova marca?
Uma CBH mais moderna, aberta e alinhada com os objetivos de um esporte limpo e com boas práticas junto aos seus protagonistas, os cavalos.

O que significa esta mudança?
Uma nova era para o hipismo brasileiro.

O que significa a nova logomarca?
A marca anterior da CBH tinha uma representação clássica, porém, dava destaque para o “chicote”. Invertemos o protagonista e colocamos o cavalo no centro da marca. O principal objetivo foi transmitir uma rápida assimilação da sigla CBH com hipismo e com a bandeira do Brasil. Para isso, construímos a fusão de dois elementos de força para identificação do tema: a bandeira brasileira e o cavalo.

Três conexões das formas foram criadas para que a bandeira e o cavalo fossem reconhecidos em um único símbolo. A primeira é a estrutura do losango para representar a cabeça do cavalo. A segunda é a faixa branca no centro do círculo azul que se expande para remeter a rédea e transmitir movimento e a terceira é a estrela da bandeira que se desloca para dar brilhos nos olhos do animal.

Mais importante do que um logo moderno e representativo, foi a elaboração de um sistema de identidade visual que reforça os elementos da marca em toda a sua comunicação.

Quantos anos a antiga logomarca ficou em vigor?
Acredito que desde a fundação da CBH, em dezembro de 1941, pois nos levantamentos que fizemos não encontramos a data de início do seu uso.

2 respostas para ‘Fefo Sperb, sobre nova marca da CBH: “Colocamos o cavalo no centro”’

  1. Existiam duas logos da gestão anterior. Essa foi só uma adaptação da que já existia e não uma criação nova.

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