Fortalecimento da base no centro das metas de Claudia Mesquita à frente do adestramento da CBH

Em 2003, Claudia Mesquita assumiu a diretoria de adestramento na Confederação Brasileira de Hipismo pela primeira vez. Após vinte e dois anos, a juíza nacional e internacional retorna à posição para o ciclo 2025-28 — cargo antes ocupado por Sergio de Fiori. Em entrevista em vídeo e ao vivo, transmitida pelo canal do Youtube de Adestramento Brasil, Mesquita revelou os planos para a nova gestão de 2025, que ela espera ser marcada pelo fortalecimento das categorias de base, a notabilidade dos amadores e a relevância dos concursos nacionais (CANs) para o fomento do esporte.

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Com 76,845% no freestyle, Renderson Oliveira mira final da da Copa do Mundo com Fogoso Campline

Renderson Silva de Oliveira voltou às pistas com Fogoso Campline, neste fim de semana (13-16/2), ao competir o CDI-W Neumünster, na Alemanha, obtendo 67% no grande prêmio e 76,845% no GP estilo livre com música. O conjunto medalha de prata por equipes e quinto individual nos Jogos Pan-Americanos 2023 busca um novo feito: disputar a final da Copa do Mundo da Federação Equestre Internacional. Como o Brasil não faz parte de nenhuma das Ligas, o cavaleiro precisa pontuar (bem) nas provas freestyle e tentar vaga pelo Ranking Mundial de Adestramento da FEI – Atletas.

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Seleção para Aachen 26: vale nota do GP, mas conjuntos devem disputar todas as reprises dos CDIs

Faltando 1,5 ano para o Campeonato Mundial de Adestramento, a Confederação Brasileira de Hipismo divulgou como será o processo observatório para a escolha da equipe que representará o Brasil em Aachen, na Alemanha, em agosto de 2026. Como premissa, a CBH estipulou que todos os conjuntos que obtiverem os requisitos mínimos de elegibilidade (MER, na sigla em inglês) poderão participar do processo seletivo. Como já divulgado por Adestramento Brasil, para o Mundial, o MER será de 66%, portanto, abaixo dos 67% exigidos para os Jogos Olímpicos de Paris 2024.

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Seletiva para Mundial de Cavalos Novos exige participação em dois CDIYHs

Pelo segundo ano consecutivo, a Confederação Brasileira de Hipismo definiu um processo seletivo para que cavalos representando o Brasil possam competir no Campeonato Mundial de Cavalos Novos — desde que cumpram os requisitos mínimos de elegibilidade (MER). No documento oficial, a CBH diz que o objetivo do processo é impulsionar a criação nacional e aprimorar o desenvolvimento dos cavalos no Brasil e que “um passo significativo já foi tomado com a inclusão dos concursos internacionais (CDIs) de cavalos novos nas categorias de 5, 6 e 7 anos nos eventos do primeiro semestre de 2025, o que possibilita que os animais tenham a chance de se qualificar”.

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Para 2025, Lindinha Macedo quer adestramento mais forte no interior do ESP

O Estado de São Paulo — e, mais precisamente, sua capital e as cidades que estão próximas a ela — reúnem o maior número de participantes do adestramento nacional. E, ainda que os números sejam bem superiores que os das demais localidades, há desafios a vencer para fazer a modalidade crescer em SP. “Este ano, vamos motivar os cavaleiros que não moram na cidade de São Paulo, realizando mais provas que serão deslocadas para o interior do Estado”, destacou a diretora de adestramento da Federação Paulista de Hipismo, Lindinha Flosi Macedo.

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