Secretaria de Agricultura, SP-Agro e IBEqui defendem estudos de mormo no Brasil

Dirigentes da Secretaria de Agricultura, Frente Parlamentar do Agronegócio Paulista (SP-Agro), da Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha (ABQM) e do Instituto Brasileiro de Equideocultura (IBEqui) se reuniram na última quinta-feira (10/12) para discutir, entre outro tópicos, a situação do mormo no Brasil. Eles defenderam ampliação de estudos epidemiológicos.

A reunião foi realizada na sede da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, na capital paulista, e participaram dela Gustavo Junqueira, secretário de Agricultura, Itamar Borges, presidente da SP-Agro, Caco Auricchio, presidente da ABQM, e Manuel Rossitto, presidente da Junta Administrativa do IBEqui. A discussão contou ainda com a participação do assessor de Relações Institucionais da Secretaria de Agricultura, Eduardo Camargo, e do assessor Parlamentar e Municípios do secretário de Agricultura, Samuel Oliveira.

Para Manuel Rossitto, é preciso estudar a doença no território nacional, em parceria com a iniciativa privada. Rossitto defendeu que outras entidades possam estudar a doença, cumprindo os procedimentos de biossegurança necessários.

No Brasil, 96 laboratórios possuem o escopo de mormo, uma zoonose infectocontagiosa causada pela bactéria Burkholderia mallei, caracterizada por acometer prioritariamente os equídeos (equinos, asininos e muares). Essas unidades nacionais estão credenciadas pelo Ministério da Agricultura. Atualmente, os exames feitos no Brasil são reconhecidos somente pelo MAPA e não pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE), que só reconhece aqueles exames feitos em laboratórios de referência internacional.

A definição para os testes laboratoriais foi estabelecida pela Portaria nº 35, de 17 de abril de 2018, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e Secretaria de Defesa Agropecuária. A técnica Elisa é a metodologia que apresenta maior sensibilidade diagnóstica. Neste cenário, são compreendidos como desafios do setor: controle da doença, credibilidade do rebanho nacional e retomada do trânsito de exportação.

Outros temas discutidos pauta incluíram ‘passaporte do cavalo’ para o livre trânsito dos animais; criação de divisão da Secretaria de Agricultura para tratar de assuntos relacionados aos equídeos; e formação de um grupo de trabalho, composto por órgãos públicos e iniciativa privada, para deliberar sobre o reconhecimento dos laboratórios brasileiros pela OIE.

Com informações da assessoria de imprensa do IBEqui.

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