“Não é se, mas como, os Jogos Olímpicos de Tóquio vão acontecer”, diz presidente do COI

“Não é se, mas como, os Jogos Olímpicos de Tóquio vão acontecer”, destacou o presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, durante coletiva de imprensa, realizada na última quarta-feira 27/1 de forma virtual. Ao responder a jornalistas de diversos países, Bach pediu paciência diante das dúvidas sobre os Jogos de Tóquio marcados para julho e agosto e ameaçados pela pandemia de covid-19.


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“Estamos amplamente concentrados e não especulando se os Jogos vão ocorrer, mas em como serão”, disse. A mensagem principal do líder do COI foi pedir paciência e compreensão. “Acho que é muito cedo para decidir qualquer outra coisa”, disse Bach.

Na semana passada, o governo japonês desmentiu o rumor de que o país estaria estudando o cancelamento dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Tóquio, que, no ano passado, foram adiados para 2021 devido à pandemia da covid-19. Segundo a publicação inglesa The Times, o Japão estaria analisando meios de cancelar a olimpíada com a justificativa de que as campanhas de vacinação não conseguiriam atender a uma parcela suficiente da população, o que não garantiria a segurança para a realização dos Jogos.

O primeiro ministro do Japão, Yoshihide Suga, afirmou que o país está determinado a realizar os jogos conforme programação do Comitê Olímpico Internacional (COI). A informação foi corroborada pelo presidente do COI, Thomas Bach. O órgão afirmou que os rumores são categoricamente não verdadeiros.

Na coletiva, Bach disse que todas as federações responsáveis pelos esportes olímpicos, e os Comitês Olímpicos Nacionais, estiveram envolvidos em chamadas de consulta nos últimos dias; e que “todos eles estão totalmente unidos e comprometidos; todos os 206 Comitês Olímpicos Nacionais, todas as Federações Internacionais e os atletas estão por trás desses Jogos Olímpicos”.

Em breve, apontou o presidente do COI, será lançada a primeira versão das chamadas ‘cartilhas’ (playbooks) dos Jogos, que vão explicar as medidas para os diferentes grupos de interessados, para se protegerem e para protegerem os outros contra a covid-19. “A prioridade é sempre a mesma: jogos seguros e protegidos”, ressaltou.

Questionado sobre vacinação para os atletas, Bach explicou que esse é um assunto das nações. “Se a pandemia é mundial, seria fantástico se tivéssemos uma resposta harmônica a nível mundial também, mas temos de encarar a realidade de que cada governo é quem decide sobre a vacinação”, disse. “Pedimos para os comitês nacionais discutirem com os governos para saber sobre a vacinação dos atletas, respeitando as prioridades”, completou.

Assista à integra da coletiva de imprensa:

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