A Confederação Brasileira de Hipismo confirmou que Renderson Silva de Oliveira vai disputar a final da Copa do Mundo da Federação Equestre Internacional, em abril, na Basileia (Suíça). Ele montará Fogoso Campline, com quem, em meados de fevereiro, competiu no CDI-W Neumünster, na Alemanha, com objetivo de justamente conseguir vaga. Oliveira será o terceiro brasileiro a marcar presença em uma final da Copa do Mundo de Adestramento. João Oliva competiu em 2017 com Xamã dos Pinhais e Luiza Tavares de Almeida, em 2010, com Samba.
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Será a primeira vez do conjunto medalha de prata por equipes e quinto individual nos Jogos Pan-Americanos 2023 em uma final da Copa do Mundo da FEI, competição que reúne conjuntos classificados por meio de ligas (Europa Ocidental, América do Norte, Pacífico e Europa Central).
Um máximo de 18 conjuntos podem se qualificar para a final, sendo eles: o defensor do título, que se qualifica automaticamente — Patrik Kittel com Toutchdown —, desde que pontue pelo menos 68% no grande prêmio freestyle em duas eliminatórias CDI-W; os nove primeiros colocados da Liga da Europa Ocidental (onze etapas de qualificação); os três primeiros da Liga da América do Norte (dez etapas de qualificação); os dois primeiros da Liga da Europa Central (14 etapas de qualificação; o vencedor da final da Liga do Pacífico; o atleta de um país que não pertence a uma das ligas reconhecidas, com a classificação mais alta no Ranking Mundial de Atletas de Adestramento da FEI; e uma vaga inicial extra da FEI.
Os quatro melhores resultados nas duas ligas europeias e os três melhores resultados na liga norte-americana contam. Os atletas podem começar na final com apenas um cavalo. É permitido um máximo de três participantes por nação.
O Brasil não faz parte de nenhuma liga e por isso ocupa uma das vagas extras. A lista oficial dos conjuntos que vão disputar a final deste ano ainda não foi publicada pela Federação Equestre Internacional.
Desde 1986, 37 finais foram realizadas nas disciplinas olímpicas. Em 2025, a final ocorrerá, pela primeira vez na história, na Suíça entre os dias 3 e 6 de abril na Basileia.

Retrospectiva — O Brasil marcará, pela terceira vez, presença em uma final da Copa do Mundo da FEI. João Victor Oliva competiu em 2017 com Xamã dos Pinhais, quando ficou em 14º, depois de pontuar 68,214% no GP e garantir vaga para o GP freestyle. Na prova estilo livre com música, o conjunto obteve 70,321%.
Em 2010, Luiza Tavares de Almeida foi a primeira brasileira a se apresentar em uma final. Ela montou Samba e fez 60,638% no grande prêmio e 61,550 no GPF, terminando em 15º lugar.
Duas competições estão no programa. Todos os participantes que terminarem com pelo menos 60% na prova de grande prêmio podem concorrer no GP estilo livre com música. A classificação final será determinada pelas colocações no GP freestyle.
O júri de campo — todos juízes internacionais FEI L4/5* — tem o Ulrike Nivelle, pela Alemanha, como presidente e Maria Colliander (Finlândia), Christof Umbach (Luxemburgo), Michael Osinski (Estados Unidos) e Hans Voser (Suíça) como membros. Os juízes reservas são Christensen (Den) e Alice Schwab (Áustria). O Painel de Supervisão de Juízes (JSP) tem Andrew Ralph Gardner (Grã-Bretanha), Evi Eisenhardt (Alemanha) e Liselotte Fore (EUA).
Saiba mais:
Foto: CBH/Luis Ruas



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