FHBr: Rafaela Carvalhaes assume com meta de dar um gás no adestramento

Rafaela Gasparotto Orlandini Carvalhaes assumiu a diretoria de adestramento da Federação Hípica de Brasília (FHBr) para o biênio de 2020-2021 com planos de dobrar a participação de conjuntos brasilienses no Campeonato Brasileiro. Em entrevista ao Adestramento Brasil, ela, que também é amazona, contou o que pretende fazer para fomentar a modalidade na capital do Brasil.


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Capacitar um número maior de praticantes, especialmente, envolvendo as escolas de equitação; unir as diversas entidades que compõem a FHBr em prol do adestramento; realizar um concurso de âmbito nacional seja um CAN ou CAIe; e capacitar mais juízes aptos para julgarem provas estaduais são as metas da diretora. 

Rafaela Carvalhaes pratica hipismo desde os anos 1980, tendo participado de diversas clínicas entre 1985 a 1992, inclusive com Orlando Facada. Em 1990, sagrou-se campeã Brasileira Júnior. Em 2001, interrompeu as atividades hípicas, retornando em fevereiro de 2017 no adestramento.

A amazona foi campeã brasiliense na série média 2 amador em 2019 e terceiro lugar por equipe Campeonato Brasileiro de Adestramento do ano passado, além disso foi campeã brasiliense na média 1 amador em 2018, quando também foi indicada como atleta revelação do Prêmio Brasília Esporte.

Brasília foi, até o momento, o único Estado a publicar o calendário de provas para a temporada 2020. Tanto a FHBr quanto a Sociedade Hípica de Brasília (SHBr) divulgaram as datas. O Ranking da FHBr conta com onze etapas, sendo a primeira em 29 de fevereiro e a última em novembro. Já o Ranking Interno da SHBr conta com seis etapas e mais a última que é freestyle, além de dois treinos organizados.

Adestramento Brasil — Em 2019, o ranking da FHBr teve várias etapas e me parece que a aderência foi boa, com, inclusive, tendo equipe no Campeonato Brasileiro. Sei que não era diretora, mas estava bastante envolvida. Que balanço você faz da temporada 2019?
Rafaela Gasparotto Orlandini Carvalhaes — No ano de 2019, tivemos nove etapas da federação com 17 categorias incluindo paraequestre e mais oito etapas internas na Sociedade Hípica de Brasília (SHBr), além de uma prova festiva freestyle e pas de deux em dezembro. Contamos também com mais uma etapa do Desafio Brasil. Isto estimulou vários conjuntos cogitarem a participação no Campeonato Brasileiro em novembro, o que considero bastante positivo, pois Brasília ficou fora do cenário nacional por muitos anos. Em 2018, tivemos um retorno com um único conjunto no campeonato e, em 2019, quatro conjuntos participaram do, sagrando-se um deles vice-campeão na série média 1 profissional. WhatsApp

O que está nos planos para fomentar o adestramento em Brasília em 2020?
Em 2020, buscaremos incentivar de forma mais efetiva as escolinhas de equitação, realizaremos um número superior de provas e, ao menos, três clinicas. Assim prepararmos um número maior de concorrentes para a participação no Campeonato Brasileiro. Estamos também trabalhando para obtermos patrocínios e assim estimular os concorrentes especialmente para a realização de um CAN ou CAIe ainda este ano.

Como funciona o ranking da FHBr? Quais são as regras para apontar campeão e vice? Há uma premiação?
Este ano teremos 11 etapas. Para sagrar-se campeão e vice é necessário um porcentual mínimo de aproveitamento, especialmente, nas categorias que dispomos de poucos conjuntos. Teremos uma premiação com medalhas e troféus e, dependendo de algum outro facilitador, podemos proporcionar algum incentivo para as participações dos melhores conjuntos nas competições fora de Brasília.

Há planos para participar novamente equipe para o Campeonato Brasileiro?
Sim, queremos levar ao menos oito conjuntos, ou seja, dobrar a participação.

Em resumo, quais são as metas da sua gestão na diretoria de adestramento?
As metas durante a minha gestão, com o apoio de nosso presidente da FHbr, Almir Vieira, são:

  • Capacitarmos um número maior de praticantes, especialmente, envolvendo as escolas de equitação;
  • Unir as diversas entidades que compõem a FHBr em prol do adestramento;
  • Realização de um concurso de âmbito nacional seja um CAN ou CAIe;
  • Capacitar mais juízes aptos para julgarem provas estaduais.

No ano de 2019, tivemos, durante a temporada, 57 conjuntos, porém, apenas 16 deles tiveram mais de 50 % de participação durante o ano. Precisamos que este número aumente para que os resultados sejam mais expressivos.

Foto: divulgação

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