Com diversas séries, prova da Quinta da Baroneza reúne conjuntos da região

Com 21 inscritos representando entidades da região de Bragança Paulista e o próprio Centro Hípico da Quinta da Baroneza (CHQB), a 1ª etapa de seu ranking interno de adestramento contou com conjuntos desde a série iniciante escola até forte II – sênior.

A prova, de acordo com a diretora da vila hípica do CHQB Mette Thorgaard, teve a intenção de incentivar a prática da modalidade, uma vez que na Quinta o foco maior tem sido no salto. “Mas a base do hipismo é o adestramento”, ressaltou a dinamarquesa, completando que é necessário passar pelo adestramento para seguir em qualquer uma das modalidades.

Anuncio_interno

Após o resultado desta etapa e tendo realizado uma prova treino no início de 2017, o CHQB pretende realizar pelo menos duas provas de adestramento em 2018 e quer incentivar ainda mais a participação dos níveis incitantes e das crianças. Thorgaard acrescentou que a realização da clínica com a amazona olímpica Luiza Tavares de Almeida foi um grande incentivo para fomentar o adestramento no local. A clínica foi realizada para oito conjuntos entre os dias 29/9 e 1º de outubro e Luiza acompanhou os alunos na prova.

Confira o resultado completo aqui

Para Natacha Waddell, juíza internacional 4* que julgou a prova junto com Syllas Jadach, o mais interessante da competição foi ver cavaleiros que, normalmente, não se deslocam até as hípicas grandes de São Paulo ainda. “Alguns ainda têm de trabalhar a base, porque é aí onde começa ou atrapalha tudo. Espero que este tipo de prova, fora de São Paulo, fomente mais cavaleiros para o futuro do adestramento”, afirmou Waddell.

A juíza elogiou o local — “dá para fazer muitas provas de qualidade, porque o chão da pista onde acontece a prova está bom” — e fez algumas críticas ao nível profissional: “tivemos alguns profissionais que a gente conhece e que tiveram desempenho muito correto e alguns profissionais que não entram em provas oficiais de adestramento e que não conhecíamos e eles têm de realmente trabalhar a base para passar o conhecimento mais clássico para os alunos deles.”

Baroneza_ricardo

Já Syllas Jadach destacou a importância da participação de categorias como minimirim e amador, o que mostra que o esporte está sendo ampliado para além dos profissionais e das pessoas que vivem do cavalo. Com relação ao nível dos conjuntos, Jadach ressaltou que os atletas precisam, antes de mudar de série, consolidar a reprise anterior. “Às vezes, temos cavalos que até fazem os exercícios da série acima, mas poderiam ter notas melhores se estivessem em uma série mais adequada.”

Segunda vez competindo em adestramento, a amazona e também criadora de mangalarga Camila Glycério de Freitas, do Haras Mangabaia, está empistando seus mangalargas na modalidade. Ela contou que a raça também tem ido bem no enduro até 40 km. No adestramento, a amazona e criadora reconhece as limitações da raça, mas disse que o trabalho de base é fundamental para qualquer cavalo. “Eu gostei muito da prova e estou animada. Vou seguir em frente com a ideia”, afirmou, confirmando que a meta é fazer mais provas em 2018.

A maior nota da prova (65,096%) ficou para Roberto (Billy) de Souza e Inca dos Pinhais na série elementar profissional. A segunda maior nota foi de Ricardo Nardy e Zumbi Itapua, em média 2 profissional (64,808%), e a terceira maior foi de Daniel Biasini com Encanto da Prata (64,231%) na média 2 profissional.

Anúncios

Uma resposta para “Com diversas séries, prova da Quinta da Baroneza reúne conjuntos da região”

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s