João Oliva, após 4º recorde com Escorial: “Estava com o sentimento que eu tenho em casa” 

Muitos — para não dizer todos — cavalos mudam fora de casa. É normal. Por isso, é exitoso e gratificante quando o conjunto consegue se apresentar em provas com a harmonia, descontração e habilidade que tem em casa. Foi esse o sentimento de João Victor Marcari Oliva, após fechar o segundo fim de semana do concurso internacional CDI 3* Andalucía deja Huella, em Jerez de la Frontera, na Espanha.

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Montando Escorial, o brasileiro, que já havia registrado recordes no grande prêmio e kur na primeira semana de competições, elevou os porcentuais e fez o hino brasileiro ser tocado na Real Escuela Andaluza del Arte Ecuestre. João Oliva bateu seu recorde pessoal por quatro vezes durante as duas semanas de competições na Espanha.

“Achei esse fim de semana melhor que o passado. Como o cavalo já tinha estado no mesmo recinto, eu estava com o mesmo sentimento [] que eu tenho em casa; o cavalo estava mais descontraído e eu consegui montar ele melhor”, avaliou João Oliva. “Agora, daqui para frente, é procurar ter este sentimento nas próximas competições”, completou.

A dupla, que vem se superando a cada prova, subiu os 72,696% do primeiro GP, em 19/3, para 74%, na última sexta, 25/3. No GP estilo livre, o conjunto foi além: 78,535% de pontuação final no sábado 26/3, acima dos 75,095% de 20/03. Confira todas as notas e o desempenho completo do conjunto nas provas.

“O cavalo é um espetáculo; ganha pontos em muitos aspectos da prova, não tem nenhum defeito, em nenhuma parte ele pontua pouco. Agora, é conseguir gerir bem para nas próximas competições ele estar igual estava nesta. O melhor de tudo é que a gente sabe que ainda temos coisas a melhorar. Os próprios juízes disseram que o cavalo foi muito bem e disseram que ele ainda tem muito a melhorar, então, fiquei feliz”, contou.

Mas qual é a dica de João Oliva? “Não tem um segredo que vale para todos os cavalos. Cada um conhece seu cavalo melhor que todo mundo”, disse. De maneira geral, Oliva indica tentar tirar os cavalos de casa o máximo possível, para que se acostumem com lugares diferentes. Assim, ao chegarem a uma competição, o local será apenas mais um dos lugares pelos quais o cavalo passou.

No caso do Escorial, ele contou que fazer dois CDIs foi uma boa ideia, porque ele aguenta essa rotina pesada, mas cada caso deve ser avaliado isoladamente. “O Escorial que tem muita energia, muita força e eu conheço muito bem a saúde do cavalo. Sei que ele não teria problema em competir dois fins de semana seguidos”, ponderou.

Foto: divulgada pela CBH – crédito Real Escuela Andaluza del Arte Ecuestre – Azahara Falcon

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