Luiza Almeida destaca importância da espádua para dentro em clínica

Sempre pensar em uma espádua para dentro, fazer círculos pequenos para se organizar toda vez que for necessário, manter posição ereta com as costas retas e ombros abertos e olhar para onde se vai e com a cabeça erguida. Estas foram algumas dicas da amazona olímpica Luíza Tavares de Almeida, que ministrou clínica para alunos da escola de equitação da Sociedade Hípica Paulista (SHP).

Foram duas aulas, dias 28 e 29 de novembro, sendo que, na última, a maioria dos alunos passou uma reprise, enquanto Luiza comentava os movimentos e as figuras. “Foi legal, porque pude dar algumas dicas do olhar do juiz.” No total, participaram nove alunos, do nível iniciante a média 1. “Foi minha primeira clínica em escolinha e fiquei superimpressionada, principalmente, com o nível dos cavalos, que estavam bem colocados e ensinados, o que é muito importante para amador e iniciante ganhar confiança para aprender os exercícios”, destacou.

Luiza enfatizou bastante a importância de os alunos sempre pensarem na posição da espádua para dentro. “Esta é uma posição que ajuda a colocar o cavalo reto e a chamar o posterior dele com a perna de dentro, jogando-o para rédea de fora. É para pensar na espádua adentro para não deixar a garupa entrar para o picadeiro. Se o cavalo assusta também é bom colocar em espádua adentro. Quando dou clínica para iniciante ou para cavalo que é mais quente sempre falo da importância de se pensar nesta posição”, enfatizou em entrevista ao Adestramento Brasil.

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Ela também frisou que para onde o cavaleiro olha e como ele joga o corpo influenciam muito o cavalo. “Estas sutilezas você vai pegando com o tempo, mas são muito importantes. Em um apoio ou ceder a perna, se você joga seu corpo para o lado oposto, você está contra o movimento. A posição do tronco, ombro, cabeça e olhar mudam muito; o cavalo segue para onde você indica com seu corpo.” 20171129_115033.jpg

Denis Komoda, aluno da EESHP que faz prova na série elementar, gostou que a Luiza Almeida conseguiu ajudá-lo a adquirir consciência da sua posição para obter ajudas efetivas nos movimentos básicos e nos movimentos laterais. “Ela frisou bastante na minha aula e na de outros alunos foi de sempre me reorganizar em uma andadura abaixo caso a transição tenha sido insatisfatória e sempre lembrando de observar se o cavalo está respondendo às ajudas”, disse.

Luiza Almeida participou de três olimpíadas e dois Jogos Pan-Americanos, além de ter representado o Brasil em duas edições dos Jogos Equestres Mundiais (WEG, na sigla em inglês) e ser tetracampeã brasileira sênior top. Em outubro, a amazona ministrou clínica  no centro hípico da Quinta da Baroneza, no interior de São Paulo, quando frisou aos alunos a importância de ter muita paciência e dedicação, aceitar os limites e não pular etapas. “Em todo esporte você quer melhorar e, quando consegue algo, acha que já pode ir para o próximo nível, mas, principalmente com o cavalo, é muito importante ter paciência e calma para não pular nenhuma etapa”, ressaltou à época.

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