Conheça os sete lusitanos que disputaram o Pan-Americano de Lima

Dos 38 cavalos que disputaram as provas de adestramento dos Jogos Pan-Americanos de Lima 2019 (confira especial), sete eram da raça puro sangue lusitano. Somente no time brasileiro, que conquistou medalha de bronze por equipe e com isto vaga para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, três dos quatro animais competindo são PSL, sendo que um — o Carthago Comando SN — foi criado no Brasil.

No time brasileiro, três dos quatro animais competindo nas provas são puro sangue lusitano, sendo um em big tour (grande prêmio e GP especial) e dois em small tour (prêmio São Jorge e intermediária 1).

Único PSL criado no Brasil disputando o Pan de Lima, Carthago Comando SN, atualmente propriedade da Fazenda Sasa, foi conduzido por João Paulo dos Santos e terminou os Jogos em 8º, sendo o conjunto brasileiro mais bem-classificado, após 69,029% na PSJ, 69,265% na inter 1 e 72,685% na final inter 1 estilo livre.

Importado por Barbara Lafrancchi em 2017, Bizo das Lezírias foi montado por João Victor Oliva e finalizou o Pan na 12ª colocação. O conjunto fez 66,618% na PSJ, 65,029% na inter 1 e 70,665% na final.

Montado por Pedro Tavares de Almeida, Aoleo foi importado aos quatro anos de idade pela Coudelaria Rocas do Vouga, após ter sido criado em Portugal pela Coudelaria Monte da Ravasqueira. O conjunto finalizou sua participação no Pan em 23º lugar, após 64,826% no GP e 65,660 no GPS.

Pela Argentina, Assirio D’Atela (Soberano x Relíquia por Líder) terminou o Pan na 26ª colocação. Ele foi apresentado por Fiorella Mengani e finalizou a PSJ com 64,441% e a inter 1 com 63,588%. Outro lusitano competindo pela Argentina, o Faberge d’Atela (Soberano x Tilia por Líder, nascido em 2010) foi eliminado na São Jorge.

Os dois lusitanos da equipe da Argentina são de criação do português Kiko Bessa de Carvalho, juiz e proeminente criador da raça. Tanto Assirio como Faberge são filhos do garanhão Soberano, que é filho do Hostil, este último pai do Pastor, montaria da Luiza Almeida nos Jogos Olímpicos de Londres. No Brasil, encontra-se o Hercules D’Atela, mais um filho do Soberano, de propriedade da Coudelaria Villa de Sagres, de Campos do Jordão (SP).

Pelo México, o lusitano Beduíno LAM (Dardo II-IV x Quieta por Dayak, nascido em 2006) foi montado por Martha del Valle Quirarte e ficou no 15º lugar no geral. O conjunto disputou o big tour e fez 67,217% no GP, 67,447% no GPS e 68,780% na final em estilo livre. Beduíno é um PSL criado no México pelo Juan José del Valle Alvarado, criador que estruturou sua criação comprando muito no Haras Villa do Retiro. Dardo foi garanhão daquele haras e a égua Quieta, apesar de portuguesa, foi adquirida no Brasil. Beduíno é montado pela filha do criador.

Pelo Uruguai, o ZAIRE (Qualificado x Querida por Jardim, nascido em 2004) é criação portuguesa da famosa casa Coimbra, cujo maior ícone que serviu no Brasil foi o campeão português Distinto, importado pela Coudelaria do Castanheiro. Zaire e o ginete Jose Ramon Beca Borrego não concluíram a participação no Pan.

* Colaborou Raul Silva


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