Presidente do IPC, Andrew Parsons diz que não há como garantir os Jogos de Tóquio

Andrew Parsons, presidente do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, na sigla em inglês), afirmou, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, que alimenta um “otimismo não infundado” de que os Jogos de Tóquio possam ocorrer, mas, ao mesmo tempo, sabe que está à mercê de algo que foge do seu controle: a evolução dos níveis de contágio da doença.


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Os Jogos Paraolímpicos estão previstos para começar em 24 de agosto de 2021, após serem adiados em decorrência da pandemia da Covid-19. Para o brasileiro, que é casado com a diretora de adestramento paraequestre da CBH, Marcela Parsons, se os Jogos começassem amanhã, com a realidade que temos hoje, não haveria os Jogos. “Não há como garantir hoje, com o conhecimento que se tem, ausência de vacina, o nível de contaminação no mundo, que você não tenha um surto na vila”, disse.

Entre as principais dificuldades está praticar o distanciamento físico em um evento que tem cerca de 6.000 pessoas vivendo na vila paraolímpica. “Como você pratica distanciamento social com 1.000 pessoas ao mesmo tempo no restaurante, por exemplo?”, questionou.

Na entrevista, ele revelou que, até setembro, estarão sendo definindo quais os jogos seriam possíveis, reduzindo princípios que foram acordados com o Comitê Olímpico Internacional e o comitê organizador de Tóquio-2020.

“Não reduzir número de atletas ou modalidades, mas simplificar operações e coisas que não são absolutamente necessárias. Identificamos mais de 200 oportunidades, como por exemplo ter menos carros para o transporte de clientes e autoridades. Estamos falando em cortar em qualquer lugar que dê, desde que não afete a experiência dos atletas”, detalhou, acrescentando que hoje não se trabalha com a hipótese de Jogos sem público.

Leia a íntegra da entrevista.

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