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Oposição quer convocação de novas eleições para presidência da CBH

Com a renúncia de Francisco José (Kiko) Mari da presidência da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH), a oposição quer que o vice-presidente, João Loyo de Meira Lins, que assumiu o cargo, convoque novas eleições. “A nova eleição é impositiva! Não há dúvida de que, com a renúncia do Kiko, deve ser chamada nova eleição. Qualquer explicação seria redundante diante do que claramente dispõe o §3º do Artigo 48º do estatuto, que é a norma específica para a situação de vacância do cargo de presidente da CBH. É realmente lamentável a insistência de nossos opositores políticos no desrespeito às regras e ao estatuto”, explicou a este noticiário Fernando Augusto (Fefo) Sperb, que foi candidato à vice pela chapa CBH Forte e Ativa, encabeçada por Bárbara Elizabeth Laffranchi.

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João Loyo promete modernização, transparência e diálogo ao assumir CBH

ATUALIZADA* – “Na segunda-feira, o Kiko [Mari] me ligou. Peguei avião e fui a São Paulo conversar com ele. Ele é um grande amigo e tinha — ele tem ainda — muito o que fazer pelo esporte. Não é de jeito nenhum o que eu queria, mas compreendo as razões dele e tenho de apoiá-lo”, contou João Loyo de Meira Lins ao Adestramento Brasil, logo no início da entrevista sobre a renúncia de Francisco José Mari à presidência da Confederação Brasileira de Hipismo. Por telefone, Loyo, que assumiu o cargo, falou sobre seu desejo de modernizar e dar transparência à entidade, disse estar aberto ao diálogo com todos da comunidade, ressaltou a importância de fomentar a base e formar os profissionais, comentou o processo eleitoral, entre outros temas.

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Desembargador derruba decisão que sustou assembleias, mas federações fazem reunião e votam sub judice

O desembargador César Cury, da 11ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro suspendeu, nesta quarta 12/5, os efeitos da decisão do juiz João Marcos de Castello Branco Fantinato, da 34ª Vara Cível do RJ, que determinou o susto das assembleias da Confederação Brasileira de Hipismo, incluindo a que elegeu a presidência, em 29/1, e a realização de nova na forma estatutária. Com isso, a assembleia convocada por dez federações perdeu a validade. Mesmo assim, houve reunião presencialmente no Rio e também virtualmente com a participação de dez federações e quatro representantes de atletas votando para presidência para CBH. Observadores da Federação Equestre Internacional acompanharam a sessão.

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Em nova decisão, juiz autoriza assembleia para eleger presidência da CBH

O mesmo juiz em exercício Eric Scapim Cunha Brandão, da 28ª Vara Cível da Comarca da Capital do Rio de Janeiro, que ontem (10/05) suspendeu a realização da assembleia geral ordinária da Confederação Brasileira de Hipismo para eleger presidente e vice-presidente marcada para esta quarta-feira 12 de maio, emitiu uma nova decisão, nesta terça 11/5, liberando a realização da AGO. A mudança ocorreu após a Federação Paulista de Hipismo recorrer dentro do processo movido pela Federação Hípica de Goiás contra a FPH e a CBH, alegando que a convocação da referida assembleia foi realizada em contrariedade ao previsto no Estatuto Social da CBH e tendo sido subscrita somente pelo presidente da FPH, José Vicente Marino.

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Juiz suspende a AGO de 12/5 convocada para eleger presidência da CBH

O juiz em exercício Eric Scapim Cunha Brandão, da 28ª Vara Cível da Comarca da Capital do Rio de Janeiro, suspendeu a realização da assembleia geral ordinária da Confederação Brasileira de Hipismo para eleger presidente e vice-presidente marcada para esta quarta-feira 12 de maio. A ação foi movida pela Federação Hípica de Goiás contra a Federação Paulista de Hipismo e a CBH, alegando que a convocação da referida assembleia foi realizada em contrariedade ao previsto no Estatuto Social da CBH e tendo sido subscrita somente pelo presidente da FPH, José Vicente Marino. Ao Adestramento Brasil, Marino afirmou que considera a decisão um “absurdo jurídico”.

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