Para Rodolpho Riskalla, Inglaterra é principal rival no paraequestre

TRYON, EUA — O cavaleiro paraequestre Rodolpho Riskalla disse acreditar que a equipe brasileira está bem preparada, com os cavalos em boa fase para disputar os Jogos Equestres Mundiais na modalidade paradressage. “A Inglaterra, realmente, é a potência no paraequestre. Se a gente conseguir fazer uma média de 72%, 73% de média geral final, podemos pensar em brigar para por medalha”, afirmou em entrevista em vídeo.
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A preparação de Riskalla e Don Henrico para a disputa no adestramento paraequestre em WEG-Tryon 2018 envolveu provas de paradressage e provas de São Jorge e intermediária 1. “No paraequestre não tem a mesma quantidade de provas que no regular e também queria voltar a fazer o circuito de adestramento”, contou.

Riskalla está com Don Henrico há pouco mais de um ano com objetivo de competir em WEG. De propriedade de Ann Kathrin Linsenhoff e Klaus Martin Rath, o animal foi emprestado a Riskalla por Gestüt Schafhof para disputar o mundial e, conseguindo vaga, os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020.

Entenda a competição do paradressage
O adestramento paraequestre segue os mesmos princípios do adestramento regular. A única diferença é que os cavaleiros e amazonas têm lesões físicas e passam por avaliações para serem classificados segundo o grau das deficiências.

A competição de adestramento paraequestre em WEG-Tryon 2018 começa pelas provas individuais, com definição dos ganhadores separados pelos graus dos concorrentes. Depois, os países montam seus times para a disputa valendo medalhas por equipes.

A prova está marcada para começar na terça-feira (18/9), às 9h30, com competições individuais nos graus 4, 2 e 5 e entrega de medalhas para cada um dos graus. No dia 19/9, competem os conjuntos dos graus 3 e 1 e também são atribuídas medalhas aos três melhores. Essa prova serve também como classificação para a final no estilo livre no dia 22/9. Passam para a final freestyle os oito conjuntos mais bem colocados em cada um dos graus, desde que tenham atingido o porcentual mínimo de 60%.

No dia 20/9, inicia-se a disputa por equipe. Cada país precisa apontar quais conjuntos compõem a equipe de quatro ou três conjuntos, sendo que obrigatoriamente ela precisa ser composta de, pelo menos, um atleta de grau 1, 2 ou 3 e não mais que dois conjuntos por grau. A contagem de pontos é a somatória de três membros do time.

Valendo por equipes, as provas serão dia 20/9 para graus 5, 2 e 4 e dia 21/9 para graus 3 e 1. A cerimônia de premiação por equipes será dia 21 de setembro, após o término das provas.

A competição individual no freestyle será dia 22/9 — depois de os cavalos serem submetidos a nova inspeção veterinária. Os conjuntos dos graus 1, 2 e 3 devem apresentar provas com duração de quatro minutos a quatro minutos e trinta segundos e os de graus 4 e 5 de quatro minutos e trinta segundos a cinco minutos. Os conjuntos de todos os graus competem dia 22/9.

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