CBH anuncia Eliana Azar como diretora de adestramento

A Confederação Brasileira de Hipismo, finalmente, anunciou quem ocupará o cargo de direção do adestramento na gestão do atual presidente Francisco José Mari. A advogada e atleta amadora Eliana Torres Azar, de 59 anos, assume como diretora da modalidade. O anúncio foi feito no fim de tarde dessa sexta (23/04). Azar terá apoio da ex-diretora Sandra Smith de Oliveira Martins.


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Em nota divulgada pela CBH, Azar afirmou ter ficado muito feliz com o convite do presidente Francisco Mari para assumir a diretoria de adestramento da CBH, agradeceu a confiança e disse que essa é uma oportunidade de contribuir para o crescimento do esporte. Ela pregou a união de todos os que praticam a modalidade e disse querer escutar as pessoas e aproximar os cavaleiros e amazonas da CBH.

Azar convidou a juíza internacional FEI 4* Sandra Smith de Oliveira Martins, que ocupou o cargo de diretora até o fim da gestão passada da CBH, para assessorá-la na parte técnica. Segundo a nota da CBH, a justificativa apresentada por Azar é de que Smith tem experiência como amazona, treinadora, juíza internacional e chefe de equipe; e ela vem exercendo cargos de direção há muitos anos. Azar quer contar com a contribuição de Sandra Smith, especialmente, com os preparativos para Tóquio, o Campeonato Mundial em 2022 e os Jogos Pan-Americanos de 2023.

Ainda de acordo com a nota oficial, Azar afirmou que para Tóquio ela está trabalhando diretamente com os cavaleiros, “permanecendo diretamente em contato com eles, pois nessa fase há planejamento a ser feito e uma série de requisitos a serem cumpridos e desenvolvidos com o COB e a FEI, tais como logística de quarentenas, transporte entre outros requisitos e pontos estratégicos”, explicou. Azar defendeu a realização de provas no Brasil como preparativo para o Mundial de 2022.

Eliana Azar tem 59 anos e disse à CBH que está no mundo do cavalo desde que tem oito anos de idade, sendo amazona amadora de adestramento há cinco anos. Ela começou a praticar a modalidade na escola de equitação do Clube Hípico de Santo Amaro, depois se tornou sócia. Recentemente, ela aplicou para ser sócia da Sociedade Hípica Paulista.

Jogos de Tóquio

A CBH ainda não atualizou as regras para escolha de quem representará o País. O último comunicado é de 30 de janeiro de 2020 e está desfasado em relação à alteração na obtenção dos requisitos mínimos de elegibilidade (MERs) feita pela FEI após a postergação dos Jogos.

O documento publicado em janeiro de 2020 não considera o adiamento dos Jogos e, portanto, não incluiu provas do segundo semestre de 2020 e nem de 2021, além de não estar alinhado às novas regras da FEI. Assim, não está definida qual é a regra que deve ser seguida para eleger o conjunto brasileiro no adestramento em Tóquio.

De acordo com os critérios divulgados no ano passado (confira a íntegra) pela CBH, para a escolha do individual seriam considerados os resultados das provas de grande prêmio (GP) aprovadas pela Federação Equestre Internacional para a conquista de índice olímpico (MER) no período de 1º de janeiro a 1º de junho de 2020. A CBH consideraria a média dos dois melhores resultados em provas de GP dos eventos aprovados pela FEI para a obtenção dos índices até 1º de junho de 2020. Os conjuntos que competiram na Europa em pelo menos dois eventos no segundo semestre de 2019, buscando a classificação da equipe, teriam um bônus de 1,5% adicionados à média.

Após o adiamento dos Jogos Olímpicos de Tóquio para meados de 2021, a Federação Equestre Internacional (FEI) decidiu que os conjuntos para estarem aptos precisam obter os requisitos mínimos de elegibilidade (MER, na sigla em inglês para minimum eligibility requirements) até o dia 21 de junho de 2021, sendo que aqueles que tiverem obtido MER (ou seja, os dois índices requisitados) no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2019 precisam alcançar um resultado adicional para confirmação do resultado entre 1º de janeiro de 2020 de 21 de junho de 2021.

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