Categoria: Entrevista

Toda tensão indevida nas rédeas estraga o contato, aponta Claudia Leschonski

“A embocadura é só uma maneira de a gente transmitir a nossa intenção ao cavalo, mas ele tem de estar previamente preparado para entender o que se pede e ter condições físicas e técnicas para executar”, explica Claudia Leschonski, médica veterinária e instrutora na Universidade do Cavalo (UC). Na primeira parte da entrevista, Leschonski frisou que ritmo e descontração são objetivos da doma e abordou os fundamentos de como, idealmente, deve ocorrer o treinamento do animal — leia aqui. Agora, a especialista analisa como deve ser o contato e fala sobre o que fazer e o que não fazer para obtê-lo. “Há um estrago muito maior feito nos cavalos por excesso de contato mal-entendido do que por falta de contato.”
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Roger Clementino, sobre quarentena: “ganhamos tempo para condicionar e ensinar novos exercícios aos cavalos”

“Ficar sem prova é muito ruim, porque é ela que nos faz manter focados e não nos deixa cair na zona de conforto. Pelo outro lado, quando estamos em competições, sempre necessitamos de tempo para melhorar os conjuntos e esse tempo veio da pior forma possível”, contou Rogério Clementino à série especial que Adestramento Brasil está conduzindo com objetivo de entender como as restrições impostas pela pandemia e a suspensão das competições afetam haras e atletas. Desde que montou seu centro de treinamento, em parceria com Jefferson Pereira, os ginetes têm se apresentado e provas e conquistado títulos. Agora, em quarentena, o foco também está em treinar cavalos para disputar vaga na equipe brasileira.
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Coudelaria do Castanheiro usa quarentena para acertar detalhes e subir cavalos de nível

Localizada em Tatuí, a Coudelaria do Castanheiro não parou as atividades durante a quarentena, até porque todos os funcionários residem no local e, segundo contou o cavaleiro do haras Reinaldo Cortivato, as medidas de segurança para evitar contaminação, como o uso de máscaras e álcool em gel, estão sendo tomadas. Na falta de provas, o treinamento está focado em acertar os detalhes para que os conjuntos, quando voltarem às competições, possam alcançar notas melhores ou até mesmo subir de categoria. A coudelaria tem entre os objetivos disputar os Campeonatos Paulista e Brasileiro, conforme relatou Cortivato à série especial que Adestramento Brasil está conduzindo com objetivo de entender como as restrições impostas pela pandemia e a suspensão das competições afetam haras, amazonas e cavaleiros.
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De mudança para os EUA e sem provas, Sucandi concentra na evolução de cavalos novos

Na quarentena e seguindo o plano de levar os cavalos para a nova propriedade nos Estados Unidos, o trabalho na Sucandi está sendo focado na evolução dos cavalos novos. “As provas fazem muita falta, pois sem elas parece que não temos rumo. Continuo montando todos os dias, mas um pouco mais leve. E, como não têm provas, estou focando menos nas figuras e mais no trabalho em si. Tenho intercalado os treinos de pista com passeios no meu mini exterior”, contou Giovana Pass, em entrevista para a série que Adestramento Brasil está conduzindo com objetivo de entender como as restrições impostas pela pandemia e a suspensão das competições afetam haras, amazonas e cavaleiros.
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Foco da Alegria dos Pinhais é deixar os cavalos prontos para as provas

Acertar alguns detalhes e manter os cavalos em treinamento têm sido a filosofia da Coudelaria Alegria dos Pinhais durante o período de quarentena. Em entrevista para a série que Adestramento Brasil está conduzindo com objetivo de entender como as restrições impostas pela pandemia e a suspensão das competições afetam haras, amazonas e cavaleiros, Carlos Vicente Pereira Cardoso, ginete na coudelaria, explicou que o foco é deixar os cavalos prontos para quando as provas retomarem.
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