Categoria: Entrevista

Para Rodolpho Riskalla, Inglaterra é principal rival no paraequestre

TRYON, EUA — O cavaleiro paraequestre Rodolpho Riskalla disse acreditar que a equipe brasileira está bem preparada, com os cavalos em boa fase para disputar os Jogos Equestres Mundiais na modalidade paradressage. “A Inglaterra, realmente, é a potência no paraequestre. Se a gente conseguir fazer uma média de 72%, 73% de média geral final, podemos pensar em brigar para por medalha”, afirmou em entrevista em vídeo. Leia mais

Sérgio Oliva, sobre WEG: “estou confiante, a égua está bem”

TRYON, EUA — Medalha de bronze nos Jogos Olímpicos Rio 2016, Sérgio Oliva ficou desde o fim de junho na França treinando com a égua Coco Chanel para disputar os Jogos Equestres Mundiais. Já em Tryon, nos Estados Unidos, o cavaleiro de adestramento paraequestre falou com Adestramento Brasil a preparação para WEG. “Fiz uma prova treino na França e, realmente, foi importante para mim para tirar ansiedade. Eu estou confiante, a égua está bem”, destacou. Leia mais

Mariette Withages comenta treinamento para WEG

TRYON, EUA — Mariette Withages, técnica da equipe brasileira e que acompanhou o time nos Jogos Equestres Mundiais, acredita que conjuntos com um bom sistema de adestramento e de treinamento, mesmo com um cavalo regular, chegam mais longe que um sistema ruim e um cavalo top. Em entrevista ao Adestramento Brasil, a belga falou sobre o treinamento e a estratégia usada para escolha da ordem de apresentação dos conjuntos. Leia mais

Maria Caetano disputa GP especial com lusitano Coroado

TRYON, EUA — Com a nota de 71,165% no grande prêmio, realizado dia 13/9, a amazona de Portugal Maria Caetano classificou o puro sangue lusitano Coroado para o GP especial. A amazona falou com Adestramento Brasil logo após sair da pista do GP. No dia seguinte, 14/9, Caetano foi a segunda a competir e pontuou 71,018% no GP especial. Leia mais

Sandra Smith, da CBH, defende estratégia de entrada dos conjuntos no GP

TRYON, EUA — “Todos esperavam mais; então, fica este sabor amargo, porque todos tinham condições de fazer pelo menos 67% em pista. Por outro lado, a gente sempre volta ganhando alguma coisa”, disse Sandra Smith, diretora de adestramento da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH). Em entrevista em vídeo, ela explicou a estratégia usada para ordem de entrada dos conjuntos, comentou os problemas enfrentados de organização do evento, que levou a mudanças de alojamento dos cavalos e tratadores, e falou também sobre a pré-seleção de conjuntos para o CDI* da Argentina. Leia mais