Tag: Jogos Olímpicos

Em reviravolta, EUA passam Reino Unido e levam a prata; Alemanha imbatível no ouro

Ao som da música que cada atleta escolheu para tocar enquanto executava a reprise de grande prêmio especial (algumas composições bem legais como a moderna de Carl Hester e a clássica de Isabell Weth), as medalhas olímpicas por equipe foram definidas nesta terça-feira, 27/07. E teve emoção. Se, antes do intervalo de 60 minutos, ao término dos grupos um e dois, a Grã-Bretanha levava a melhor à frente dos Estados Unidos para a medalha de pratar, após a apresentação de Cathrine Dufour, Charlotte Dujardin e Sabine Schut-kery, o cenário mudou. A Alemanha, que buscava a 14ª medalha de ouro por equipes, confirmou o favoritismo e Dorothee Schneider, Werth e Jessica von Bredow-Werndl subiram ao lugar mais alto do pódio. A prata ficou com os Estados Unidos e o bronze, com a Grã-Bretanha. Saiba como foi a competição.

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Oito países partem do zero na busca por medalha por equipes

Alemanha, Grã-Bretanha, Dinamarca, Estados Unidos, Holanda, Suécia, Portugal e Espanha são os países cujos conjuntos lutarão pelas medalhas de ouro, prata e bronze nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Diferentemente do Rio 2016, as pontuações do grande prêmio não são transportadas para o GPS. Assim, as equipes começam do zero, na próxima terça, 27/7, às 17h de Tóquio (5h de Brasília) para a final por equipes nas provas de grande prêmio especial com música.

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Nem Isabell Werth e nem Charlotte Dujardin superam Jessica Von Bredow-Werndl no GP

Quatro conjuntos — mesmo patamar que no Rio 2016 — alcançaram notas acima dos 80% passados os dois dias de competições de grande prêmio nos Jogos Olímpicos de Tóquio. As provas foram válidas como classificatória para as finais por equipe e individuais. Competindo no primeiro dia, a alemã Jessica Von Bredow-Werndl manteve o porcentual mais alto, ao cravar 84,379% com TSF Dalera. A favorita Isabell Werth foi a última a entrar em pista, neste domingo 25/7, e fechou a participação com 82,500% com Bella Rose. Do mesmo Grupo F, Charlotte Dujardin, pela Inglaterra, entrou pouco antes de Werth e fez 80,963% com Gio, mas, na classificação geral, ficou atrás da dinamarquesa Cathrine Dufour que fez 81,056% com Bohemian.

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Jessica Von Bredow-Werndl e Holanda lideram primeiro dia de GP

Um brasileiro — João Victor Oliva com Escorial — abriu as competições de adestramento nos Jogos Olímpicos de Tóquio e o primeiro dia de provas de grande prêmio terminou com a alemã Jessica Von Bredow-Werndl postando um recorde pessoal (84,379%) e liderar a noite com o TSF Dalera. Por equipes, é a Holanda que está na frente. As provas de GP, que continuam no domingo 25/7 com 30 conjuntos competindo e servem de qualificação para as finais por equipe, a serem disputadas por oito países no GP especial, e individual, na qual concorrem por 18 conjuntos (dois mais bem-classificados de cada grupo e mais seis melhores colocados, além destes, no geral) no GP estilo livre.

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João Victor Oliva, após 70,419% com Escorial em Tóquio: “Cumprimos o objetivo”

Único representante do Brasil no adestramento nos Jogos Olímpicos de Tóquio, João Victor Oliva alcançou a nota mais alta do País, superando os 70%, ao competir com o lusitano Escorial Horse Campline na prova de grande prêmio. O conjunto foi o primeiro a entrar em pista neste sábado, 17 h no horário de Tóquio (5 h de Brasília). Ao Adestramento Brasil, Oliva disse que ficou muito feliz com o resultado e com a apresentação. O porcentual mais alto do Brasil em dressage era do próprio Oliva na Rio 2016, quando cravou 68,071% com Xamã dos Pinhais e ficou na 46ª colocação no geral. Oliva subiu 20 posições no ranking, terminando a participação no Japão na 26ª colocação. Por pouco, ele não bate o recorde brasileiro: o melhor resultado do País em adestramento ainda é de Sylvio Marcondes de Rezende que ficou em 25º lugar com Othelo nos Jogos de Munique, na Alemanha, em 1972.

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