Categoria: Entrevista

CAC mantém ritmo de trabalho com objetivo de conquistar Troféu Eficiência

Com 12 anos de existência, a Coudelaria Amor e Cura não se viu tão afetada pelo período de quarentena e mantém o trabalho dos dez cavalos de esporte que possui atualmente, segundo contou o proprietário e criador de puro sangue lusitanos, Rodrigo Betarelli, para a série de entrevistas que Adestramento Brasil está conduzindo para entender como as restrições impostas pela pandemia e a suspensão das competições afetam haras, amazonas e cavaleiros.
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Focar em exercícios diferentes é uma das estratégias de Sarah Waddell na quarentena

O momento da quarentena está sendo produto para a cavaleira profissional Sarah Waddell. O treinamento dos cavalos — ela monta entre dez a 12 por dia — segue em dia e ela tem aproveitado o período sem provas para subir alguns de nível. “Claro, gostaríamos de ter provas, isso está fazendo muita falta. Mas, em vez de desanimar, eu estou focando em manter eles na melhor da forma, tentando exercícios e coisas diferentes que, normalmente, eu não teria tempo e nem coragem de tentar entre duas competições”, contou para a série especial que Adestramento Brasil está fazendo para entender como as restrições impostas pela pandemia e a suspensão das competições afetam haras, amazonas e cavaleiros. Waddell segue montando, segundo ela, com atenção redobrada aos cuidados: máscara, luvas e muito álcool gel.
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Adriano Soares, do Monsanto: “Seguimos como se as competições estivessem ocorrendo”

Com 18 animais, sendo nove trabalhando, o Haras Monsanto está seguindo a rotina de treinos durante o período da quarentena por causa do surto da Covid-19. “Seguimos com o mesmo empenho e a mesma dedicação como se as competições estivessem ocorrendo. Mas estamos aproveitando essa quarentena também para ensinar mais os cavalos sem a pressão de provas”, contou o proprietário Adriano Soares, na primeira de uma série de entrevistas que Adestramento Brasil publica para entender como as restrições impostas pela pandemia e pela suspensão das competições afetam diferentes coudelarias, amazonas e cavaleiros.
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Claudia Leschonski: ritmo e descontração devem ser objetivos da doma

Com a doma concluída, o cavalo jovem começa a evoluir seguindo os princípios da escala de treinamento. Em uma longa entrevista ao Adestramento Brasil, Claudia Leschonski, médica veterinária, instrutora na Universidade do Cavalo (UC) e amazona amadora de salto e CCE, explica como, idealmente, deve ocorrer o treinamento do animal e frisa como a formação correta do cavalo pressupõe a qualificação do cavaleiro. Ela aborda também as dificuldades enfrentadas no processo e destaca que o ritmo e a descontração devem ser objetivo da doma. Leia mais

Riskalla, sobre Tóquio 2020: “Acredito que temos reais chances de medalha”

Rodolpho Riskalla está classificado para representar o Brasil nos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020 por uma das duas vagas individuais às quais o País teve direito, após perder a cota por equipe para o Canadá. O brasileiro, que mora na França, contou ao Adestramento Brasil que acredita ter chances reais de medalha nos Jogos e falou de seus planos de longo prazo para disputar não apenas a para como também a olimpíada. É uma meta para Paris 2024. “Esse tipo de projeto leva muito tempo a ser preparado para ter resultados corretos. Não se pode achar que, no esporte de alto nível, em apenas alguns meses possamos nos tornar olímpicos ou paralímpicos”, pontuou.
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