Tag: Paraequestre

Riskalla invicto pelo quarto ano no CHI Al Shaqab; João Oliva nos 70% no GP

Pelo quarto ano consecutivo, Rodolpho Riskalla venceu os três dias de provas no grau 4 do CPEDI 3* do CHI Al Shaqab, em Doha, no Catar. O tetra de Riskalla foi com seu parceiro dos Jogos Paralímpicos de Tóquio, Don Henrico, com quem fez 77,500% na reprise team test, 78,902% na reprise individual e 82,483% na estilo livre. Também competindo em Doha, João Victor Marcari Oliva começou a temporada 2022 com Escorial pontuando 70,065% no GP (12º lugar) e 69,575% no GPS (4º). Falando com o Adestramento Brasil, ambos os cavaleiros avaliaram seus desempenhos e ressaltaram a importância dessa prova como preparação para o Campeonato Mundial da Dinamarca.

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Rodolpho Riskalla com Don Henrico abre CHI Al Shaqab com vitória

Rodolpho Riskalla abriu sua participação no CPEDI 3* do CHI Al Shaqab, em Doha, no Catar, com vitória. Montando Don Henrico, fez 77,500% na reprise team test – grau 4. “O cavalo foi demais, ele foi super bem. Foi o primeiro concurso do ano, mas ele sempre vai bem em Doha”, disse o cavaleiro medalha de prata em nas Paralimpíada de Tóquio ao Adestramento Brasil. Riskalla tenta, em 2022, sair invicto, pelo quarto ano consecutivo do concurso.

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CBH atualiza regras para seleção da equipe do Paraequestre para Hering 2022

A Confederação Brasileira de Hipismo atualizou as regras para a seleção da equipe que representará o Brasil no Campeonato Mundial de Adestramento Paraequestre, o ECCO FEI World Championships, que ocorre em agosto em Herning, na Dinamarca. Em novo comunicado, a CBH esclareceu que as provas qualificatórias de março em São Paulo, Minas Gerais e Brasília apontarão dois atletas, que se somarão aos dois já qualificados por meio do Campeonato Brasileiro de Adestramento Paraequestre de 2021. Um máximo de quatro atletas, daí, participarão de um CPEDI na Europa, em local e data a serem definidos, para, assim, serem escolhidos os dois que complementarão o Time Brasil. Todos disputando o Mundial precisam obter MER, o requisito mínimo de elegibilidade.

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Rodolpho Riskalla ganha, novamente, Prêmio Paralímpicos

Após conquistar, no ano passado, medalha de prata inédita para o Brasil no hipismo nos Jogos Paralímpicos de Tóquio, Rodolpho Riskalla ganhou, pela terceira vez o Prêmio Paralímpicos 2021. Trata-se da maior premiação do paradesporto nacional. Organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) desde 2011, a 10ª edição do evento homenageou os vencedores individuais de 24 modalidades.

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Classificação no paraequestre vai além de identificar limitações

Para competir no paraequestre, os atletas precisam, antes de tudo, passar pela classificação funcional. Mas engana-se quem pensa que a avaliação serve apenas para identificar as limitações de cada pessoa. Sim, ela faz isso, mas é neste momento também que alguns parâmetros importantes — e que acompanharão o cavaleiro ou amazona em toda a sua vida esportiva — são definidos. Saber as limitações de cada um vai direcionar da escolha do melhor cavalo às ajudas compensatórias que poderão ser usadas nas competições, além de apontar como deve ser o treinamento do conjunto.

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