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Jogos Equestres têm 135 conjuntos registrados no adestramento

A Federação Equestre Internacional (FEI) divulgou a lista com a relação de todos os conjuntos registrados para as provas de adestramento nos Jogos Equestres Mundiais.  São 135 conjuntos representando 33 países; desses 16 nações levarão times para competir por equipes.  Leia mais

Cathrine Dufour fora de WEG

A amazona dinamarquesa Cathrine Dufour, atual número quatro do mundo, não competirá mais nos Jogos Equestres Mundiais, devido a uma lesão em Atterupgaards Cassidy, castrado de 15 anos da raça dutch warmblood. Leia mais

Maior nota do Brasil em WEGs foi 63,843% em 2014

O time que representará o Brasil nas competições de adestramento dos Jogos Equestres Mundiais tem o desafio de melhorar as notas. Desde que estreou na competição, a mais importante depois dos Jogos Olímpicos, os conjuntos brasileiros vêm aumentando a pontuação. Agora, o recorde a ser batido é 63,843%, obtido por João Victor Marcari Oliva com Signo dos Pinhais na última edição dos jogos. Leia mais

Pedro Almeida: “O aprendizado ao longo do caminho é o mais valioso”

“Minha mãe amarrava a gente com lençol na sela e nos puxava de outro cavalo”, conta Pedro Tavares de Almeida, 24 anos, que, em setembro, representa pela segunda vez o Brasil nos Jogos Equestres Mundiais. A paixão pelos cavalos o acompanha desde sempre. A família de sua mãe, Thereza, criava cavalos e ela praticava hipismo na modalidade salto. Não tardou muito para que seu o pai, Manuel, que, até então, não tinha relação com o animal, começasse a criar lusitanos. De lá para cá, passaram-se 21 anos e todos os quatro filhos do casal envolveram-se no hipismo de forma bem-sucedida. Leia mais

Em sua segunda grande competição, Giovana Pass garante que continua aprendendo todos os dias

Em setembro, quando os Jogos Equestres Mundiais (WEG, na sigla em inglês) começarem, Giovana Pass, aos 20 anos, disputará sua segunda grande competição internacional de alto nível. Há dois anos, a atual estudante de veterinária integrou a equipe brasileira nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro e, desde então, dedica-se a alcançar outra meta: representar o Brasil em WEG. “Trabalhei muito sério depois dos Jogos Olímpicos já pensando nos Jogos Mundiais. Não tirei férias. Consegui meus índices e cheguei perto dos 70%, uma nota incrível”, disse, no fim do ano passado. Leia mais