João Victor Oliva faz primeiro MER com Escorial em CDI 3* em Portugal

Em sua estreia em um concurso internacional (CDI) com o garanhão puro sangue lusitano Escorial (Spartacus x Edo x Yap), João Victor Oliva garantiu o primeiro dos dois índices necessários que compõem os requisitos mínimos de elegibilidade (MER, na sigla em inglês para minimum eligibility requirements) para ficar apto a competir nos Jogos Olímpicos de Tóquio. O conjunto já havia competido em prova nacional e finalizou o grande prêmio do CDI3* de Alter do Chão com porcentual final 71,000%.

João Miguel Torrão ganhou a prova com Equador e porcentual final 77,348%. Em segundo, ficou Daniel Pinto com Santurion de Massa (74,587%) e Vasco Mira Godinho com Garrett (72,196%). “Estou feliz com a prova. Ainda tem muito a melhorar, mas estou contente. Acho que o cavalo ainda tem uma margem de progressão grande”, disse ao Adestramento Brasil. “Agora é o tempo que vai ser mais importante para a nossa dupla.”

Oliva e Escorial obtiveram notas de 68,261% com juiz Freddy Leyman (FEI 4*, pela Bélgica), 72,609% com Frederico Pintéus (FEI 3*, por Portugal), 71,196% com Raphael Saleh (FEI 5*, pela França e presidente), 72,174% com Elke Ebert (FEI 5*, pela Alemanha) e 70,761% com Maarten Van Der Heijden (FEI 4*, pela Holanda). Confira os resultados aqui.

João Victor Marcari Oliva também competiu com Feel Good VO. Na estreia do conjunto em medium tour, pontuaram 68.206% na intermediária A, ganhando a competição. “Foi a primeira vez dele na intermediária, que é uma prova que já tem aquele início de passage e piaffe, mudança a tempo. Estou contente. Achei que a atitude dele estava um pouco alta, por isto que eu perdi um pouco de nota; ele poderia estar mais redondo”, contou.

Maria Caetano e Happy Plus ficaram em segundo (67,853%) e Claudio Castilla Ruiz e Lario de Adama de Susa, em terceiro (66,206%).  Confira as notas aqui.

Novos MERs
Devido à pandemia, a Federação Equestre Internacional (FEI) alterou as regras de MER (leia mais aqui). Os conjuntos para estarem aptos a disputarem os Jogos Olímpicos de Tóquio, adiados para meados de 2021, precisam obter os MERs até o dia 21 de junho de 2021, sendo que aqueles que já tiverem obtido MER (ou seja, os dois índices requisitados) no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2019 vão precisar alcançar um resultado adicional para confirmação do resultado entre 1º de janeiro de 2020 de 21 de junho de 2021.

A FEI exige que todos os conjuntos disputando os Jogos Olímpicos tenham obtido, em duas competições diferentes, porcentuais de, no mínimo, 66% tanto na nota final como na nota atribuída por juiz FEI 5* na prova de grande prêmio (GP) em CDIs 3*, 4* e 5*, CDI-W e/ou CDIO. Além disto, o juiz FEI 5* precisa ser de nacionalidade distinta do atleta.

 

Foto: Cedida – crédito Rui Godinho

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