Tag: Equoterapia

Projeto de lei que regulamenta equoterapia aguarda sanção presidencial

O projeto de lei que regulamenta a equoterapia, aprovado pelo Senado e aguardando sanção presidencial, foi bem-recebido pela comunidade. Para a diretora de adestramento paraequestre da Confederação Brasileira de Hipismo, Marcela Parsons, é importantíssima a aprovação do PLS. “Ele pode ajudar a implementar e a fomentar ainda mais o desenvolvimento da equoterapia do País, levando ao aumento de atletas do paraequestre e aumentando a quantidade de instrutores de equitação qualificados nos centros de equoterapia”, afirmou. Leia mais

Brasileiro do paraequestre será em agosto; foco da CBH está nas seletivas para Tóquio

ATUALIZADA* – O Campeonato Brasileiro de Adestramento Paraequestre vai ocorrer de 2 a 4 de agosto em Brasília, já que no primeiro semestre o foco da Confederação Brasileira de Hipismo estará voltado para a qualificação do Brasil para os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020. “Temos um processo longo de qualificação e o sistema está muito difícil para a gente, então, neste primeiro semestre estaremos focados em qualificar a equipe. Temos dois atletas em alto nível que podem nos ajudar muito, que são o Rodolpho Riskalla e o Sergio Oliva”, disse a diretora do paraequestre da CBH, Marcela Parsons. Leia mais

Cavaleiro paralímpico Sérgio Oliva mira bicampeonato em WEG—Tryon 2018

Medalha de bronze no Rio 2016, o cavaleiro paralímpico Sérgio Oliva já participou de três Jogos Olímpicos, três Jogos Equestres Mundiais, foi sete vezes campeão brasileiro e uma vez campeão mundial. Hoje, aos 35 anos, ele tem um novo sonho. “Quero ser bicampeão mundial nos Estados Unidos”, disse, em entrevista ao Adestramento Brasil. “Eu já tenho índice para disputar, estou pré-qualificado”, explicou. As seletivas ainda estão ocorrendo e a equipe brasileira que disputará os Jogos Equestres Mundiais ainda não está definida. Leia mais

Adestramento paraequestre não é equoterapia melhorada

O adestramento paraequestre é igual ao adestramento regular. A única diferença é que os cavaleiros e amazonas têm lesões físicas e passam por avaliações para serem classificados segundo o grau das deficiências. Assim explicou Gabriele Brigitte Walter, classificadora oficial da Federação Equestre Internacional (FEI), ao Adestramento Brasil o funcionamento da modalidade que, ao longo dos anos, conferiu ao Brasil várias medalhas paralímpicas e de outras competições. Leia mais