Categoria: Entrevista

“O cavalo tem de se sentir bem quando você se aproxima”, diz João Victor Oliva

Quem acompanha João Victor Marcari Oliva no Instagram tem a certeza de que ele vive para os cavalos. Ele compartilha com os 70,3 mil seguidores parte de seus treinos, passeios pelo campo e rotina de competições. João mora na Europa há quatro anos. Mudou-se para Alemanha com objetivo de treinar e estar perto dos melhores. A localização lhe dá a oportunidade de disputar diversas competições de níveis nacionais e internacionais. Era de se esperar, portanto, que o cavaleiro de 22 anos, integrasse o Time Brasil para os Jogos Equestres Mundiais (WEG, na sigla em inglês). Leia mais

Pedro Almeida: “O aprendizado ao longo do caminho é o mais valioso”

“Minha mãe amarrava a gente com lençol na sela e nos puxava de outro cavalo”, conta Pedro Tavares de Almeida, 24 anos, que, em setembro, representa pela segunda vez o Brasil nos Jogos Equestres Mundiais. A paixão pelos cavalos o acompanha desde sempre. A família de sua mãe, Thereza, criava cavalos e ela praticava hipismo na modalidade salto. Não tardou muito para que seu o pai, Manuel, que, até então, não tinha relação com o animal, começasse a criar lusitanos. De lá para cá, passaram-se 21 anos e todos os quatro filhos do casal envolveram-se no hipismo de forma bem-sucedida. Leia mais

Em sua segunda grande competição, Giovana Pass garante que continua aprendendo todos os dias

Em setembro, quando os Jogos Equestres Mundiais (WEG, na sigla em inglês) começarem, Giovana Pass, aos 20 anos, disputará sua segunda grande competição internacional de alto nível. Há dois anos, a atual estudante de veterinária integrou a equipe brasileira nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro e, desde então, dedica-se a alcançar outra meta: representar o Brasil em WEG. “Trabalhei muito sério depois dos Jogos Olímpicos já pensando nos Jogos Mundiais. Não tirei férias. Consegui meus índices e cheguei perto dos 70%, uma nota incrível”, disse, no fim do ano passado. Leia mais

Sandra Smith, da CBH: “Estamos mais perto dos 70%”

Diretora de adestramento da Confederação Brasileira de Hipismo, Sandra Smith de Oliveira Martins gostaria de que tivesse tido mais conjuntos participando das provas de big e small tours no concurso de adestramento internacional (CDI 3*), mas avalia que houve evolução. “Ainda não chegamos aos 70% de resultado final que buscamos tanto no small como no big tour, mas estamos mais perto e isso nos deixa animados”, revelou ao Adestramento Brasil.
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Juíza FEI 5*, Janet Foy diz que brasileiros devem melhorar a precisão dos movimentos

A qualidade da equitação de amazonas e cavaleiros, com bons assentos e posição, chamou a atenção da juíza internacional FEI 5* Janet Foy, que julgou as provas do CDI 3*, realizado de 5 a 8 de julho, na Sociedade Hípica Paulista. Em entrevista em vídeo ao Adestramento Brasil, a representante dos Estados Unidos comentou o nível dos cavalos, explicou quais pontos devem ser melhorados para aumentar as notas e avaliou as apresentações. Leia mais