Três brasileiros têm índices FEI para WEG 2018

A disputa por vagas na equipe que representará o Brasil nos Jogos Equestres Mundiais (WEG, na sigla em inglês) ganhou mais um candidato. Leandro Silva e Di Caprio alcançaram, no CDI3* de novembro, no Rio de Janeiro, os índices exigidos pela Federação Equestre Internacional (FEI) para competir em WEG 2018. Além de Silva, Giovana Pass e João Victor Oliva já têm o pré-requisito.  

No Brasil, desde o início do ano, a Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) observa os conjuntos para levar a cabo o processo seletivo que apontará quem vai defender o Brasil tanto em WEG quanto nos Jogos Sul-Americanos (Odesur). Como parte da avaliação, em 2017, foram realizados três concursos de adestramento internacional (CDI3*); todos com a participação de juízes internacionais cinco estrelas.

Leandro Silva e Di Caprio já tinham obtido um índice no CDI3* de 30 de junho. Contudo, no CDI3* de 6/10, o conjunto somou 66,120% na nota final, mas não atingiu o porcentual com a juíza 5* Cara Whitham (65,700%). Com a pontuação do CDI3* de novembro — 67,740% na pontuação final e 68,700% com o holandês Eddy de Wolff, juiz internacional 5* —, Silva está apto, pelos critérios da FEI, a disputar os Jogos Mundiais.

WEG_indice_3CDIs

Também qualificado, Victor Oliva alcançou os índices em temporada na Europa, quando participou de diversos CDIs desde 1º de janeiro deste ano. Em cinco concursos, o cavaleiro, montando Xamã dos Pinhais, alcançou mais de 66% tanto na nota final como com juízes FEI cinco estrelas (veja abaixo). Na mesma linha, mas disputando no Brasil, Pass, com Zingaro de Lyw, também alcançou os índices mínimos exigidos pela FEI.

Joao_Victor_Oliva-seletivas

Entenda os critérios
As regras para integrar as equipes de Odesur e WEG são diferentes. No entanto, em ambos os casos, o Brasil convocará equipe composta por quatro conjuntos titulares e um reserva, sendo que, em princípio, apenas os titulares viajarão aos locais dos eventos.

Para disputar os Jogos Mundiais, os conjuntos têm a obrigação de preencher a qualificação mínima exigida pela Federação Equestre Internacional (FEI). Os conjuntos precisam obter em, pelo menos, duas ocasiões diferentes o porcentual de, no mínimo, 66% de aproveitamento em prova de grande prêmio em CDI 3*, 4*, 5*, CDIW ou CDIO,  atribuído pela nota final do júri de campo e também por juiz de adestramento FEI 5*.

Além disto, os juízes 5* devem ser diferentes e as notas devem ser obtidas dentro do período de qualificação para o Mundial (WEG, na sigla em inglês), que começou em 1º de janeiro e ainda não tem data estipulada para acabar. A CBH informou que observará, a título de seleção, as provas de grande prêmio.

para o Odesur não há um porcentual mínimo exigido pela FEI. A CBH está observando o desempenho dos conjuntos nas provas small tour (reprises prêmio São Jorge, intermediária 1 e estilo livre). Serão avaliadas as apresentações em provas de CDI3* ou de maior nível, realizadas tanto no Brasil como no exterior. Confira as notas dos conjuntos no último CDI3*:

Odesur_indice_3CDIs

Links úteis:

Crédito foto: divulgação FEI

 

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